24 de fevereiro de 2021

A pandemia explora as lacunas e desigualdades nos sistemas de saúde, ressaltando a importância de investir em trabalhadores e na infraestrutura desse setor, bem como em sistemas para prevenir, detectar e responder a surtos de doenças.

Nas tendências atuais, mais de 5 bilhões de pessoas não terão acesso a serviços essenciais de saúde até 2030, incluindo a capacidade de consultar com um profissional de saúde, o acesso a medicamentos essenciais e água corrente em hospitais.

Mesmo quando os serviços estão disponíveis, usá-los pode significar ruína financeira para milhões. Essas lacunas não prejudicam apenas a saúde de indivíduos, famílias e comunidades; elas também afetam a segurança global e o crescimento econômico.

O mundo gasta cerca de 7,5 trilhões de dólares (43,2 trilhões de reais) em saúde a cada ano – quase 10% do PIB global. Mas muitos países dedicam muito deste orçamento ao tratamento de doenças em hospitais, onde os custos são mais altos e os resultados geralmente piores, em vez de promover a saúde da população e prevenir doenças com cuidados sanitários primários.

A pandemia de covid-19 vai acabar retrocedendo, mas não há como voltar à antiga normalidade. Enquanto trabalhamos para responder a essa pandemia, também devemos nos preparar para a próxima. Há agora uma oportunidade de lançar as bases para sistemas de saúde resilientes em todo o mundo.

Investimentos para fortalecer a infraestrutura de saúde e a força de trabalho são a única maneira de evitar futuras crises globais como a que estamos enfrentando agora. Se tivermos aprendemos algo com a covid-19, é que investir em saúde agora é salvar vidas mais tarde.

A história nos julgará não apenas pelo fato de termos passado por essa pandemia, mas também pelas lições que aprendemos e pelas ações que tomaremos depois de seu fim.

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