14 de abril de 2021

Arrecadação recorde em julho

Embora seja conhecido como o mês das férias, o ‘leão’ amazonense não deu folga no sétimo mês do ano. Com uma cifra de R$ 536,71 milhões, a arrecadação estadual de julho apresentou o melhor resultado, até o momento, de acordo com dados da Sefaz

Embora seja conhecido como o mês das férias, o ‘leão’ amazonense não deu folga no sétimo mês do ano. Com uma cifra de R$ 536,71 milhões, a arrecadação estadual de julho apresentou o melhor resultado, até o momento, de acordo com dados da Sefaz (Secretaria de Estado da Fazenda).
Além do mais, os algarismos ‘abocanhados’ foram 4,29% superiores ao valor recolhido em igual período de 2010 (R$ 514,65 milhões), que havia conquistado a melhor performance para o mês em comparação a anos anteriores.
Como tradicionalmente acontece, o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria) foi o grande impulsor do desempenho do ‘leão’, resultando em uma elevação de 3,40% ante mesma época do ano passado (R$ 476,72 milhões), com um saldo de R$ 492,93 milhões.
No entanto, a indústria parece ter perdido seu ‘fôlego’. Enquanto em julho de 2010 foram obtidos R$ 243,49 milhões, no mesmo mês do ano corrente, o setor contribuiu com apenas R$ 236,99 milhões, uma queda de 2,67%.
Por outro lado, o comércio tem registrado dígitos cada vez maiores. Desta vez, com R$ 204,67 milhões, o segmento teve alta de 7,57% frente a mesmo mês de 2010 (R$ 190,27 milhões).
Para o consultor econômico José Laredo, os percalços sofridos pelo PIM (Polo Industrial de Manaus) são “decorrentes da dinâmica da economia, que se altera ao longo dos avanços tecnológicos, dos aumentos do poder de renda da população brasileira, da performance da economia, etc”.
Porém, o economista salienta que o avanço do setor comercial é uma consequência benéfica para as variáveis do Polo, como arrecadação, geração de empregos e renda, que circula localmente.

Dólar baixo

De acordo com o diretor de arrecadação da Secretaria, Gilson Nogueira, o dólar baixo permite a aquisição de produtos estrangeiros, numa ligeira vantagem e folga para o fluxo de caixa. No entanto, “com a manutenção e até a acentuada oferta de mão de obra no PIM, surgem novos consumidores, e consequentemente, o círculo do ICMS”.
O setor de serviços também seguiu este ritmo. Assim como em 2010, o valor adquirido no sétimo mês do ano foi inferior ao de junho, com R$ 51,27 milhões ante R$ 52,33 milhões. Contudo, os números anotados no ano anterior (R$ 42,96 milhões) assumiram o quinto lugar no ranking dos sete primeiros meses, enquanto, atualmente, saltaram para o segundo.

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