Argo, Renegade e Mobi lideram quinzena de maio

A Stellantis deve estar em festa, pois o trio formado por Argo, Renegade e Mobi lideram o mercado de automóveis na primeira quinzena de maio. Mas, não é só isso, pois a Strada – em volume – está na vice-liderança no geral.

O Creta passou pela primeira vez seu irmão HB20, que é seguido de muito perto pelo Gol. O Tracker conseguiu superar Compass e T-Cross, mas o Onix ainda não conseguiu superar a linha de produção parada e ficou em décimo.

Novidade, o Corolla Cross encosta no Top 10, mas ainda não ingressa, trazendo com ele o Corolla. O Onix Plus em queda devido à produção parada, quase é ultrapassado pelo Kwid.

Já o Voyage vinha bem na primeira quinzena, mas ainda se mantém à frente de HR-V e Kicks. O Nivus se meteu no meio deles e do Duster, enquanto o quase finado Uno fecha o Top 20.

Nos comerciais leves, a Strada vem bem na ponta, seguida da Toro, muito mais distante. Aliás, a Hilux até se aproximou da picape da Fiat. Saveiro e Ranger andam próximas, seguidas pela Fiorino.

A S10 caiu de posição e está perto da Amarok, que voltou a vender bem, mas com a L200 colada. A van Master fecha o Top 10, botando para fora Oroch, Frontier e Montana, esta já com obituário pronto.

Abaixo, confira os automóveis mais vendidos da primeira quinzena de maio de 2021:

Automóveis

  1. Argo – 5.318 unidades
  2. Renegade – 3.927
  3. Mobi – 3.901
  4. Creta – 3.893
  5. HB20 – 3.208
  6. Gol – 3.200
  7. Tracker – 2.902
  8. Compass – 2.672
  9. T-Cross – 2.531
  10. Onix – 2.263
  11. Corolla Cross – 1.898
  12. Corolla – 1.887
  13. Onix Plus – 1.744
  14. Kwid – 1.723
  15. Voyage – 1.461
  16. HR-V – 1.433
  17. Kicks – 1.394
  18. Nivus – 1.309
  19. Duster – 1.268
  20. Uno – 1.236

Bosch defende uso do etanol para “abastecer” carros elétricos

Foto: Divulgação

Não é apenas a Nissan (foto acima) que está interessada em integrar o etanol à nova ordem mundial automotiva, a eletrificação. A Bosch, o tradicional fabricante de componentes automotivos, também pensa da mesma forma.

Para a empresa, a aposta no etanol é a saída para o Brasil sair do atraso em relação a outros mercados. Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina, falou ao site Valor, através de uma live, sobre essa alternativa.

Em estudos, o uso do etanol como reagente químico para produzir eletricidade é visto como uma alternativa para os carros elétricos no Brasil, não sendo usado necessariamente para ser queimado, como acontece nos carros flex.

Botelho disse: “Para o Brasil, esse é o momento certo de participar dessa tecnologia globalmente e não ficar só esperando que as novas tecnologias desenvolvidas fora sejam trazidas ao país”.

Como o etanol é uma das matrizes energéticas que movem o Brasil, a oportunidade para o país é enorme. O executivo apontou, relembrando a tecnologia flex: “Esse é o momento de sermos novamente protagonistas”.

Botelho fez referência exatamente à tecnologia que ajudou a desenvolver e que estreou em 2003 a bordo do VW Gol “Total Flex”, permitindo assim que os consumidores não ficassem à mercê da variação de preços e oferta de combustíveis.

Nova Honda Africa Twin traz opção DCT e parte de R$ 70.490

Foto: Divulgação

A Honda CRF 1100L Africa Twin chega ao mercado motociclístico nacional em duas variantes de transmissão e com mais tecnologia a bordo. A big trail da marca japonesa parte de R$ 70.490.

Disponível nas versões Africa Twin e Africa Twin Adventure Sports, a aventureira da Honda chega com câmbio convencional de seis marchas ou automatizado de dupla embreagem com seis velocidades, já usada nos modelos X-ADV e GL 1800 Gold Wing Tour vendidos aqui.

Para movê-la, a Honda mudou o motor bicilíndrico 4 tempos de refrigeração a água, que passou a ter 1.084 cm3 com as mesmas 8 válvulas e comando único.

Passando assim de 1.000 para 1.100 cilindradas, a Honda CRF 1100L Africa Twin 2021 agora dispõe de 99,3 cavalos a 7.500 rpm e 10,5 kgfm a 6.000 rpm. Em cada transmissão, a estrutura do motor é diferente.

O propulsor da Africa Twin recebeu ainda melhorias na ECM e ajustes para ficar mais eficiente com o aumento de tamanho. Ela agora vem com acelerador eletrônico com múltiplos níveis, além do controle de tração com 7 níveis e mais off-road.

No Riding Mode, são quatro opções: Tour, Urban, Gravel e Off-Road, além de User 1 e 2. Isso com câmbio convencional com embreagem de alumínio.

No DCT, há os modos manual (através de um botão no punho esquerdo), Drive e Sport, sendo este último com três níveis, fora a função G com tração total na roda traseira. Todos os modos citados anteriormente também estão disponíveis na Africa Twin DCT.

Foto/Destaque: Divulgação

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