Aquisição abre espaço para expansão da Vivo no AM

Com 36,6% de market share no Amazonas, a empresa de telefonia celular Vivo pretende ampliar ainda mais a sua fatia de mercado no próximo ano no Estado, principalmente se a aquisição da Amazônia Celular, que está dependendo da autorização da Anatel, for consolidada. A afirmação foi feita pelo presidente da companhia, Roberto Lima, durante coletiva de imprensa, realizada nesta quinta-feira, em São Paulo.

A marca, avaliada em R$ 2,25 bilhões, cobre hoje 19 municípios amazonenses, com projeção de aumentar ainda mais com a efetiva compra da outra operadora. “A Amazônia Celular é uma empresa com dimensão.

Por isso, se a aquisição for aprovada pela Anatel, teremos tudo para crescer com sinergia na região”, afirmou o presidente. A expectativa é de que a autorização do órgão regulador deva sair no início de 2008.

Para Lima, o Estado é uma localidade com grande potencial para novos investimentos da companhia, mas preferiu não revelar o montante previsto para o próximo ano. “Não é força de linguagem. Consideramos o Amazonas como uma região muito importante”, declarou.

Dificuldade local

Segundo ele, anos atrás, houve o primeiro leilão para telefonia móvel no Estado e ninguém se interessou. “No segundo leilão, a empresa comprou, sabendo que é uma região de grande dimensão geográfica e com baixa densidade populacional, que significa um investimento maior, com um número de usuários menor. Ainda assim, a Vivo aceitou o desafio e fez o investimento, que hoje pra nós é muito satisfatório”, frisou.

Hoje a empresa tem 32 milhões de clientes e com a aquisição da Amazônia Celular a Vivo passa a possuir mais de 36 milhões de clientes em 2008.

Compromisso regional

Sobre a cobertura da Vivo, o presidente destacou o compromisso com a região demonstrado por meio da cobertura de Manaus-Parintins, ou seja, uma rota que não tinha cobertura nenhuma, visto que são quase 600 quilômetros de distância. Isso trouxe um impacto sócio-econômico muito grande para a região.

Roberto Lima revelou ainda que a Vivo fez investimentos totais da ordem de R$ 1,95 bilhão em expansão de negócios, registrando no acumulado deste ano uma geração de caixa da ordem de R$ 961,8 milhões. Sobre os valores de investimentos para o próximo ano, o executivo preferiu ainda não divulgar o montante.

Pesquisa aponta que mulheres são maioria no uso do celular

Mais da metade do número de clientes no mercado brasileiro de telefonia celular é composto por mulheres, que detêm 54% das linhas, segundo apontou o estudo “Indicadores Vivo do Mercado de Telefonia Celular”.

De acordo com o alto executivo da empresa, Roberto Lima, em 2007 o mercado deve encerrar com 120 milhões de linhas habilitadas, ou seja, um crescimento de 245%, comparado a 2002, habitantes.

Nesse mesmo período, o estudo detectou que as mulheres tiveram uma elevação na renda média, passando de R$ 363, em 2002, para R$ 485 neste ano. Além disso, a ala feminina teve alta na participação das mulheres no mercado de trabalho, passando de 44% para 45,4%.

“O estudo mostra que o índice de lares chefiados pelas mulheres teve crescimento de 33%, com um aumento de 5 pontos percentuais em relação a 2002”, revelou Lima.

Clientes jovens

Percebeu-se também no levantamento que a maioria das clientes de telefonia celular é jovem, com faixa etária entre 19 a 32 anos. E o mais interessante: o público feminino com 51 ou mais anos ainda tem grande potencial de crescimento no mercado e essa é uma das grandes apostas das operadoras de telefonia móvel. “Dentre as não possuidoras de linha celular, 5,3 milhões de mulheres pretendem adquirir uma linha celular”, reforçou o executivo.

Quando perguntados sobre os fatores que importam na compra de celular, homens e mulheres afirmaram que preço e operadora são os fatores mais importantes, sendo que 74% das mulheres consideram o valor do produto como mais importante.

Consumo registrado

Um outro dado interessante d

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