4 de dezembro de 2021

A partir desta semana, os usuários de iPhone começam a receber as atualizações do novo sistema operacional iOS 15, lançado pela Apple em junho deste ano no WWDC 21, que ocorreu de forma virtual por conta da pandemia da Covid-19. Na nova versão, o usuário vai poder, entre outras coisas, ocultar o seu endereço IP de forma a aumentar sua privacidade.

A chegada do iOS 15 acontece dias depois de a companhia ter pedido para os usuários em todo o mundo atualizem todos os dispositivos para a versão 14.8, após detectar uma falha de software, que permite que o programa de espionagem Pegasus se instale nos aparelhos sem a necessidade de qualquer clique.

A atualização do iOS 15 vai ocorrer de forma gradual para os usuários no mundo e estará disponível a partir da sexta geração. Segundo a Apple, estarão aptos os iPhones 6S, 6S Plus, SE, 7, 7 Plus, 8, 8 Plus, além de todos os modelos X, 11, 12 e o 13. 

Principais novidades do iOS 15:

  • IP oculta.
  • Siri: Com a Siri, assistente de voz da Apple, os dados não serão enviados para a nuvem. Isso vai permitir mais privacidade e agilidade em um abrir determinado app. 
  • Notificação: O sistema de notificações foram alteradas. Foi criado o modo “Foco”. Assim, há a opção de separar perfil pessoal e de trabalho.
  • Facetime: No aplicativo que permite ligações entre iPhones, será possível compartihar a tela com outros usuários na ligação, além de ouvir músicas e vídeos em conjunto com os serviços de streaming da companhia, como o Apple Music e Apple 

Museu usa inteligência artificial para facilitar a busca por obras de arte

O novo método de pesquisa visual foi implantado no acervo do Arquivo Nacional Britânico – Foto: Divulgação

Pesquisadores da Northumbria University, na Inglaterra, desenvolveram um novo método que utiliza inteligência artificial (IA) para aperfeiçoar mecanismos de pesquisa visual. O projeto Deep Discoveries cria uma plataforma de busca que identifica e combina imagens digitalizadas para facilitar a experiência do usuário.

Em vez de digitar uma palavra-chave em uma caixa de busca convencional, a nova pesquisa visual usa uma imagem de consulta primária e visão computacional integrada para encontrar coleções semelhantes com base em critérios pré-programados como cores, padrões de texturas e formas geométricas.

“Encontramos maneiras objetivas para demonstrar visualmente o raciocínio da inteligência artificial para aprimorar os critérios de pesquisa dentro da plataforma”, explica a professora de design Jo Briggs, coautora do estudo.

O novo método de pesquisa visual foi implantado no acervo do Arquivo Nacional Britânico para catalogar milhares de coleções digitalizadas. A ideia é criar uma interface capaz de deixar os mecanismos de busca mais precisos, utilizando partes específicas de imagens para encontrar itens semelhantes.

O Deep Discoveries é um dos oito projetos financiados pelo programa cultural que pretende abrir a coleção do Arquivo Nacional Britânico para o mundo. A iniciativa de cinco anos vai beneficiar o público e os pesquisadores, tornando os acervos patrimoniais mais acessíveis para todos os usuários.

Novas sensações para hologramas

Tecnologia revolucionária permite sentir hologramas com o toque – Foto: Divulgação

Pesquisadores da Universidade de Glasgow, na Escócia, desenvolveram uma nova tecnologia chamada Aerohaptics capaz de criar a sensação de toque físico ao interagir com projeções holográficas. O sistema combina dispositivos de exibição volumétrica, sensores de movimento e jatos de ar controlados para proporcionar sensibilidade tátil nas mãos, dedos e pulsos dos usuários.

O conjunto é composto por uma exibição pseudo-holográfica que utiliza pedaços de vidro e espelhos para fazer com que imagens 2D pareçam pairar no espaço. Esse método é uma variação moderna da técnica de ilusão popular em cinemas e teatros do século XIX conhecida como Fantasma de Pepper.

“A tecnologia háptica atual muitas vezes ainda envolve periféricos vestíveis ou de mão, o que adiciona custo e complicação e pode estar impedindo a adoção generalizada da tecnologia. A Aerohaptics cria uma sensação convincente de interação física nas mãos dos usuários a um custo relativamente baixo”, explica o professor de engenharia Ravinder Dahiya, autor principal do estudo.

Nos testes realizados em laboratório, os pesquisadores usaram o sistema para criar a sensação tátil de quicar uma bola de basquete. Eles emparelharam a imagem 3D da bola gerada por computador com um sensor de movimento de salto, variando a direção e a força do fluxo de ar para reproduzir o contato entre a superfície da bola e a mão.

Foto/Destaque: Divulgação

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