Após atingir quarta maior cheia, rio Negro recua seis centímetros em Manaus

A marca foi alcançada dia 29 de junho, quando a cota do rio chegou à 29,66 metros

O Rio Negro registrou, em Manaus, a quarta maior enchente registrada no último dia 29 de junho. A cota máxima foi de de 29,66 metros após passar cinco dias estável na marca de 29,65. A informação é do 26º Boletim de Monitoramento Hidrológico do do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), divulgado nesta sexta-feira (3). Desde então, o rio recuou seis centímetros de acordo com o registrado no Porto de Manaus.

A Bacia do Amazonas ainda apresenta níveis acima da cota de inundação. Em Parintins o rio já baixou 15 centímetros desde o dia 12 de março, quando atingiu a cota máxima de 9,16 m. A Bacia do Solimões, em Tabatinga, iniciou vazante. No entanto, nas estações de Itapeuá (próximo a Coari) e Manacapuru, os níveis do Solimões ainda estão acima da cota de inundação com pouca variação, mas tendem também ao início da vazante. As Bacia do Javari, Juruá, Purus e Madeira seguem em processo de vazante.

Consequências da enchente

No Amazonas mais de 92 mil famílias e 460 mil pessoas foram afetadas pela enchente este ano. Quarenta e sete municípios estão em Situação de Emergência e dois, Anamã e Boca do Acre, estão em Estado de Calamidade Pública.

Mais de 556 toneladas de alimentos não perecíveis foram distribuídos pela Defesa Civil em todo o Estado, bem como itens de uso pessoal e kits de madeira para a construção de pontes e marombas.

Portal Amazônia

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