Aneor está pronta para tocar as obras de infraestrutura no país

Desde que o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) foi lançado pelo governo federal, o Brasil cresceu a uma taxa média anual de 5%

O presidente da Aneor (Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias), José Alberto Pereira Ribeiro, considerou positiva a iniciativa do diretor geral do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de ­Transportes), Luiz Antonio Pagot, em realizar reuniões frequentes para discutir o cumprimento do cronograma de execução das obras em andamento no país.
Para ele, esse tipo de encontro permite um diálogo constante entre as autoridades e as empresas, além de possibilitar que sejam definidas ações rápidas para solucionar problemas e, consequentemente, destravar a tramitação de processos. “Num momento de crise internacional, onde o Estado tem que dar respostas imediatas para manter a economia funcionando, estes encontros podem ser um mecanismo eficiente para acelerar a economia”, lembrou Ribeiro.
Até recentemente, o governo federal, por meio do Dnit, investia muito pouco em obras de infraestrutura no país. Hoje, esse cenário mudou e os investimentos assegurados pelo orçamento ultrapassam os R$ 8 bilhões. Para 2009, a autarquia conta com um orçamento de R$ 8,6 bilhões.
Desde que o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) foi lançado pelo governo federal, o Brasil cresceu a uma taxa média anual de 5% .
“Na realidade, as necessidades do país em termos de infraestrutura de transportes são muito maiores do que hoje supomos. Mas o Brasil já avançou muito com o PAC. O programa está avançando em termos de investimentos em ferrovias, portos, hidrovias e rodovias e já definiu metas bem ousadas para os investimentos públicos e privados num período de quatro anos”, destacou o presidente da Aneor.
Ribeiro também lembrou que as empresas estão preparadas para seguir o cronograma das obras contratadas. Segundo ele, o Brasil é o país da América Latina com o melhor e o maior contingente de empresas construtoras organizadas e funcionando com regularidade. “Estamos prontos para atender às necessidades do Estado e a existência de um diálogo frequente e aberto com o Dnit só facilita essa tarefa”, afirmou.

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