18 de abril de 2021

América do Sul é preferida para créditos florestais

Pesquisa realizada com investidores do mercado de carbono revelou que os projetos em países sulamericanos são os mais desejados, sendo considerados altamente atrativos por 88% dos entrevistados

Pesquisa realizada com investidores do mercado de carbono revelou que os projetos em países sulamericanos são os mais desejados, sendo considerados altamente atrativos por 88% dos entrevistados.
O estudo “The Forest Carbon Offsetting Survey 2009” (http://www.ecosecurities.com/Standalone/Forest_Carbon_Offsetting_Trends_Survey_2009/default.aspx#19721), que ouviu 120 corporações e 21 empresas de mercado de carbono do muito inteiro, teve como objetivo saber o que pensam os investidores sobre a compensação de dióxido de carbono (CO2) através de implementação de projetos florestais.
Realizada pelas empresas EcoSecurities, Conservation International, The Climate, Community and Biodiversity Alliance, e ClimateBiz.com, a pesquisa responde que tipos de projetos são os mais desejados assim como o que as empresas procuram quando investem neles.
“Com os EUA aumentando significativamente sua participação com relação às mudanças climáticas e as negociações do novo tratado climático em dezembro, este é um ano muito importante para as Florestas”, comentou o presidente da EcoSecurities, Pedro Moura Costa.
Apesar da localização dos projetos não afetarem tanto o impacto de reduções de emissões em termos globais, os entrevistados revelaram preferências por créditos de carbono da América do Sul.  Em seguida vem a África e o sudeste asiático, com 71% e 69% de aprovação. A região que desperta menos interesse é o Oriente Médio, com 33%.
Compradores de permissões em sua grande maioria, quase 90%, consideram projetos de desmatamento e reflorestamento com árvores nativas os mais desejáveis, seguidos por agroflorestais e de turfa, com 81% e 75% respectivamente. Por outro lado, apenas 40% vêem o plantio de árvores comerciais atrativo.
“O desmatamento responde por 20% das emissões globais de gases do efeito estufa, as empresas devem dar seu apoio para projetos que combatam esse problema”, afirmou um dos investidores.

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