Ambientalistas reagem à pressão por ­mudanças no Código Florestal

Os ambientalistas decidiram reagir à ofensiva de representantes do agronegócio por mudanças no Código Florestal. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, reuniu parlamentares ambientalistas, organizações não-governamentais e movimentos sociais ligados à reforma agrária para definir uma agenda comum e selar o que chamou de aliança histórica da ecologia com a agricultura familiar.
Segundo Minc, os ambientalistas até concordam em flexibilizar alguns pontos da legislação ambiental vigente, mas só para os pequenos agricultores.
Entre as concessões, o ministro admite a possibilidade de compensação do desmatamento em áreas fora da propriedade desde que no mesmo bioma e a utilização de espécies não nativas para recomposição do que foi desmatado, com a utilização de árvores frutíferas.
As posições ambientalistas sobre as propostas de mudança do código vão ser levadas ao presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva.
O documento ainda deve incluir a defesa do pagamento de serviços ambientais para quem preservar e a simplificação da averbação de reserva legal nas pequenas propriedades.
Minc disse que o acordo é uma injeção de ânimo diante da ação desproporcional de setores do agronegócio na discussão da revisão do Código Florestal até agora.

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