11 de agosto de 2022
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Amazonense deve reduzir intenção de consumo em 2011

O ICP (Índice de Potencial de Consumo), divulgado ontem pelo IPC Marketing Editora Ltda, mostrou que o amazonense poderá gastar menos neste ano

O ICP (Índice de Potencial de Consumo), divulgado ontem pelo IPC Marketing Editora Ltda, mostrou que o amazonense poderá gastar menos neste ano. Em 2010, o índice estava cotado em 1,2 e ocupava a 18º posição no ranking dos Estados com maior poder de compra. Já para 2011, o ICP do Amazonas fechou em 1,1 – caindo para a 19º posição.
De acordo com o diretor da empresa responsável pela pesquisa, Marcos Pazzini, o estudo leva em consideração a migração das classes econômicas. O que ocorreu foi que em 2011 houve uma menor transição das pessoas de uma classe para outra. No Amazonas, a classe C corresponde a maior parte dos domicílios no Estado, ocupando cerca de 26% do total. Na outra ponta, estão os consumidores A e E, representados por aproximadamente 1,5% e 0,9% da população de consumo respectivamente.
Entre os itens de despesa na mente do amazonense estão os gastos com o lar, uma média de R$ 7 bilhões em 2011 seguidos por alimentação, R$ 3,99 bilhões. Já os gastos na categoria livros e material escolar e artigos de limpeza são os que possuem menor intenção de compra. Juntando estas duas categorias, a soma é de quase R$ 270 milhões.
Para o Amazonas é previsto que o consumo atinja a marca dos R$ 27 trilhões até dezembro. Pazzini destaca que em breve o Estado, assim como outras localidades, poderá aumentar ainda mais o desembolso da população.
“As regiões e Estados que não estão no topo do ranking de consumo tem a tendência de aumentar o poder de consumo ao longo dos próximos anos. Isto porque mais pessoas terão acesso à base da pirâmide econômica”, explicou.
Nacionalmente, a média de consumo do brasileiro deve chegar a R$ 2,452 trilhões, em 2011, apresentando um crescimento superior a R$ 250 bilhões quando comparado com o IPC do ano passado.

Potencial da classe C

A pesquisa reafirmou que a classe C é a de maior potencial de consumo, pois concentra o maior contingente de domicílios urbanos – mais de 24 milhões, ou seja, 49,3% dos domicílios brasileiros. Eles chegam a responder por quase 30% de tudo que será consumido no país até o fim do ano. O perfil tipo C também contribuiu para elevar o crescimento significativo da classe média de 2010 para 2011. A taxa de expansão alcançou os 20%, superando o patamar de R$ 1 trilhão em consumo.
A região Sudeste obteve a liderança, apesar de ter sido a única a ter perda de participação no consumo nacional entre 2010 e 2011. A projeção de participação da região foi estimada para 52,2% do consumo nacional em 2011.
Em relação às demais regiões, houve uma tímida alta na participação no Sul e no Centro-Oeste. A primeira subiu para 16,6%, contra o consumo de 16,5 no ano passado, e a segunda alcançou a margem de 7,9% – em confronto os 7,7% apresentados no ano passado.

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