Amazonas perdeu R$ 54 mi com pirataria

Segundo dados divulgados pela ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), o Estado do Amazonas, perdeu, em 2008, em torno de R$ 54 milhões apenas em função da pirataria de software e é, atualmente, o 14º Estado com os maiores prejuízos

Segundo dados divulgados pela ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), o Estado do Amazonas, perdeu, em 2008, em torno de R$ 54 milhões apenas em função da pirataria de software e é, atualmente, o 14º Estado com os maiores prejuízos.
De acordo com um estudo realizado pelo IDC (International Data Corporation), se a pirataria do setor fosse reduzida dos atuais 58% para 50%, a região geraria mais de 965 empregos diretos e indiretos, a indústria local de tecnologia teria um acréscimo no faturamento superior a R$ 80 milhões e o Estado, um aumento na arrecadação de impostos da ordem de R$ 13 milhões.
Outra pesquisa mundial conduzida pelo IDC e divulgada pela BSA (Business Software Alliance), em parceria com a ABES, revelou que, embora o Brasil tenha registrado queda no índice de pirataria pelo terceiro ano consecutivo, os prejuízos aumentaram e foram estimados em US$ 1,64 bilhão.
No entanto, para reverter esse cenário o combate a essa prática ilegal tem sido bastante intenso. Em 2008 foram realizadas 754 ações em todo o Brasil, que resultaram na apreensão de 1,6 milhão CDs contendo programas piratas. Além disso, foram retirados do ar 15,3 mil anúncios destinados à divulgação do comércio de produtos ilegais e 360 sites que comercializavam softwares piratas, um total 48% superior se comparado ao ano anterior.
Durante o período, as entidades também registraram 8.200 contatos, por e-mail e por telefone, relacionados a denúncias e solicitação de informações. Como consequência foram enviadas 3.100 notificações extrajudiciais às companhias infratoras, um crescimento de 9% em relação a 2007.
“Os resultados obtidos no período refletem o intenso trabalho desenvolvido pelas iniciativas público e privada nos âmbitos repressivo, econômico e educacional. Este último pilar é fundamental, pois acreditamos que somente com a conscientização e o apoio da sociedade será possível acabar com esse crime que assola o país”, finalizou o coordenador do Grupo de Trabalho Antipirataria da ABES, Antônio Eduardo Mendes da Silva.

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