Amazonas aumenta sua produção em 1,3%

A produção industrial mostrou crescimento em todas as 14 áreas pesquisadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no primeiro semestre, sendo que em sete, a taxa de crescimento foi acima da média nacional (6,3%). Em três Estados, a expansão ficou na casa dos dois dígitos: Espírito Santo (16,1%), Paraná (11,3%) e Goiás (11,1%).
Também apresentaram crescimento acima da média São Paulo (9,8%), Pernambuco (7,9%), Amazonas (7,5%) e Minas Gerais (6,6%), considerando o período semestral.

Indústria amazonense

Em junho, a indústria do Amazonas aumentou sua produção em 1,3% em relação ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, após ficar praticamente estável nos meses de abril (0,2%) e maio (0,0%).
Nas comparações com iguais períodos de 2007, os crescimentos foram de 3,2% em relação a junho e 7,5% no indicador acumulado janeiro-junho. A taxa anualizada, acumulado nos últimos doze meses, mostrou desaceleração no ritmo de crescimento entre maio (8,4%) e junho (8,1%).
O segundo trimestre de 2008 apontou acréscimo de 3,6% frente ao mesmo período de 2007, mas foi 6,1% menor do que o trimestre imediatamente anterior, esta última comparação na série com ajustamento sazonal.

Aumento da produção

No confronto junho 08/ junho 07, a indústria cresceu 3,2%, com quatro das onze atividades aumentando a produção. As principais contribuições positivas vieram de outros equipamentos de transporte (33,3%), material eletrônico e equipamentos de comunicações (9,3%) e edição e impressão (28,3%).
Nestes segmentos sobressaíram, respectivamente, os produtos motocicletas; telefones celulares; e DVD´s. Em contraposição, as pressões negativas mais importantes vieram de produtos de metal (-45,1%) e máquinas e equipamentos (-28,5%), principalmente devido ao recuo na fabricação de aparelhos de barbear; e fornos de microondas.
Na análise trimestral, nota-se que a desaceleração observada entre o quarto trimestre de 2007 (12,4%) e o primeiro de 2008 (11,7%) se acentuou no segundo trimestre deste ano (3,6%), todas as comparações contra iguais períodos do ano anterior. Sete setores reduziram seu desempenho entre janeiro-março e abril-junho, com destaque para material eletrônico e equipamentos de comunicações, que passou de 17,6% para 3,6%; alimentos e bebidas (de 7,7% para –9,0%); e edição e impressão (de 67,6% para 45,7%).

Resultados positivos em 4 segmentos no 1° semestre

No fechamento do primeiro semestre do ano (7,5%), observam-se resultados positivos também em quatro segmentos. Os impactos mais importantes sobre a média da indústria vieram de outros equipamentos de transporte (24,5%), edição e impressão (56,0%) e material eletrônico e equipamentos de comunicações (9,9%), impulsionados em grande parte pelos itens motocicletas; DVD´s; e telefones celulares. Por outro lado, produtos de metal (-21,2%) e máquinas e equipamentos (-16,9%) exerceram as influências negativas mais significativas, por conta, sobretudo, dos recuos na produção de aparelhos de barbear e fornos de microondas.
Após três reduções consecutivas, período em que acumulou queda de 8,1%, o índice de média móvel trimestral mostrou acréscimo de 0,5% entre os trimestres encerrados em maio e junho. Na comparação trimestre contra trimestre imediatamente anterior, a atividade industrial do Amazonas mostrou significativa desaceleração ao passar de um aumento de 3,2% no primeiro trimestre do ano para uma queda de 6,1% no segundo.
Segundo o IBGE, trata-se de regiões com plantas industriais dedicadas à produção de bens capitais e de bens de consumo duráveis, bem com “elevada produção de commodities exportadoras’’, confirmando o padrão de crescimento da produção industrial observado ao longo deste ano.

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