12 de abril de 2021

Amapá receberá R$ 25 mi para promover turismo ecológico

O Ministério do Tu­rismo e o gover­no do Amapá as­sinaram convênio no valor­ de R$ 25 milhões para investimentos em obras de infra-estrutura que visam melhorar o turismo ecológico no Estado.

O Ministério do Tu­rismo e o gover­no do Amapá as­sinaram convênio no valor­ de R$ 25 milhões para investimentos em obras de infra-estrutura que visam melhorar o turismo ecológico no Estado.
A Secretaria de Turismo estima que o Estado receba anualmente 500 mil turistas, que gastam cerca de R$ 10 milhões.
As principais atrações continuam sendo as belezas naturais da região. A Pororoca, fenômeno que ocorre no encontro entre as águas do Oceano Atlântico e do Rio Amazonas, é uma delas.
Pelo menos duas regiões de cachoeiras serão beneficiadas. Em Laranjal do Jari, onde fica a Cachoeira de Santo Antônio, será construído um terminal turístico fluvial que vai dar ao visitante mais conforto no embarque e desembarque na viagem entre os rios da região. Já em Calçoene, cidade onde fica a Cachoeira Grande, será construído o Centro Turístico Cultural Multiuso, que vai promover cursos para capacitar os moradores para que recebam os turistas.
Haverá também incentivo visitação do Marco Zero, local onde passa a Linha do Equador. Serão investidos R$ 6,8 milhões na construção do Parque do Meio do Mundo, que vai abrigar uma feira com artesanato da região.
A cidade de Mazagão receberá R$ 500 mil para a construção de um terminal turístico fluvial, do Centro de Atendimento Turístico e de um parque ecológico.
“São investimentos em infra-estrutura que beneficiam o Estado como um todo, e vai promover a cri­a­ção de empregos e dar op­ções para as pessoas que moram na região se divertirem”, disse a ministra do Turismo, Marta Suplicy.
Fora do circuito ecológico, está prevista a construção, em Macapá, do Museu de Tumucumaque, que vai abrigar obras sobre a cultura amapaense, e a revitalização do Píer Santa Inês, com o objetivo de melhorar o recebimento de turistas e incentivar a prática de transportes aquáticos.
Os investimentos também visam promover o turismo internacional, já que o Estado faz fronteira com a Guiana Francesa e com o Suriname.

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