1 de julho de 2022
Prancheta 2@3x (1)

AM tem segundo melhor resultado em produção industrial

https://www.jcam.com.br/11032008_CAPA_A5.jpg
Segundo indicadores do IBGE, equipamentos de transporte, edição e impressão, material eletrônico e equipamentos de comunicações e alimentos e bebidas colaboraram para o resultado.

O índice da produção industrial do Amazonas de janeiro de 2008 foi o segundo melhor do Brasil alcançando incremento de 17,9% em relação ao mesmo mês do ano passado. Comparando ao resultado obtido em dezembro de 2007, a atividade local apresentou crescimento de 5,7%.
No geral, o setor fabril do país contabilizou aumento de 8,5% em janeiro em confronto ao primeiro mês do ano anterior, conforme informações divulgadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A estabilidade da economia brasileira foi o principal motivador do desempenho da indústria local, segundo o diretor-executivo da Fieam (Federação das Indústrias do Estado do Amazonas), Flávio Dutra. “Como as exportações representam pouco para o PIM (Pólo Industrial de Manaus) frente à parcela que é destinada ao mercado interno, podemos dizer que este índice acompanha o bom momento econômico do país”, informou.
O executivo comentou que a elevada produção de motocicletas e de televisores de LCD e plasma foi outro fator que impulsionou o índice positivo da atividade fabril do Estado. “A entrada de novas fábricas do pólo de duas rodas e a forte demanda do comércio por televisões de última geração foram determinantes para o incremento”, disse.
Segundo Dutra, a reposição de estoques das lojas e o oferecimento de facilidades para aquisição das TVs, como juros baixo e aumento do prazo de financiamento, “puxaram” o resultado de janeiro.
O presidente da Aficam (Associação das Empresas Industriais e de Serviços do Pólo Industrial do Estado do Amazonas), Antonio Carlos Lima, confirmou que a alimentação do estoque do comércio motivou o crescimento da atividade fabril. “Aliada ao equilíbrio da economia do Brasil, a passagem da fase de transição da TV e a queda do preço dos notebooks foram alguns dos fatores que impulsionaram a alta da indústria”, afirmou.
Além da produção de televisores e de computadores, Lima destacou ainda o desenvolvimento do pólo de duas rodas como fatia importante do acréscimo registrado pelo setor industrial amazonense.
Confirmando a posição dos representantes da indústria do Estado, os indicadores conjunturais da indústria do IBGE revelam que equipamentos de transporte (29,3%), edição e impressão (88,7%), material eletrônico e equipamentos de comunicações (17,3%) e alimentos e bebidas (15,0%) colaboraram para o resultado positivo. Contudo, as contribuições negativas partiram principalmente de máquinas e equipamentos (-9,8%), produtos de metal (-4,1%) e produtos químicos (-12,8%).

Paraná
lidera

Os números do IBGE mostram que o desempenho da indústria amazonense ficou atrás apenas do Paraná, que teve alta de 19,7% e de 6,5% ante aos meses de janeiro e dezembro, respectivamente. Considerando o comparativo entre dezembro e janeiro, o Amazonas ficou a frente de São Paulo e Rio Grande do Sul, que também computaram acréscimos acima da média nacional (1,8%).
Neste intervalo, o Estado de São Paulo registrou incremento de 3,4%, enquanto que o Rio Grande Sul chegou a 2,0%. Em relação a janeiro de 2007, a produção indústria local superou Pernambuco (12,6%), São Paulo (12,5%), Espírito Santo (12,1%) e Minas Gerais (10,2%) e Rio Grande do Sul (9,0%), considerando os Estados que alcançaram índice acima da média nacional (8,5%).

Setor fabril ganha ritmo

De acordo com o IBGE, o crescimento da atividade industrial brasileira mostrou ganho de ritmo em relação aos 7,9% contabilizados no quarto trimestre do ano passado. O movimento foi identificado em oito das 14 regiões pesquisadas com ênfase para o Paraná, que avançou de 6,6% no período outubro/dezembro de 2007 para 19,7% em janeiro deste ano, e o Amazonas, passando de 12,4% para 17,9%.
Em compensação, o ­setor fabril amazonense teve índice inferior à média nacional no acumulado dos últimos 12 meses (6,3%). Os indicadores do IBGE apontaram que o Estado teve alta de 5,2% neste intervalo, ficando atrás de Minas Gerais (9,0%), Espírito Santo (8,1%), Paraná (7,9%), Rio Grande d

Qual sua opinião? Deixe seu comentário

Anúncio

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email

Siga-nos

Notícias Recentes

JC Play

Podcast

Gostou do Conteúdo? Assine nossa Newsletter

Compartilhe:

Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram
WhatsApp
Email

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email