28 de junho de 2022
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AM tem custos acima da média nacional

O Amazonas registrou o terceiro maior custo médio para a construção por metro quadrado em fevereiro diante de sete Estados da região Norte e ainda superou a média nacional

O Amazonas registrou o terceiro maior custo médio para a construção por metro quadrado em fevereiro diante de sete Estados da região Norte e ainda superou a média nacional. A informação está na última pesquisa do Sinapi (Índice Nacional da Construção Civil), elaborada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O valor é de R$ 809,33, em média, incluindo custos com materiais e mão de obra. Na região, o Estado ficou atrás somente de Roraima (R$ 846,60) e Acre (R$ 829,63).
O valor alcançado pelo Amazonas fica bem acima da média nacional calculada em R$ 771,45 (sendo R$ 438,01 relativos aos materiais e R$ 333,44 à mão de obra). A média da região Norte (R$ 782,23) também fica a frente da do país.
Fora as unidades federativas do Norte, apenas duas da região Sudeste (R$ 810,01) em todo o país alcançaram valores acima do Amazonas para o período: Rio de Janeiro (R$ 849,58) e São Paulo (R$ 842,70).
“Como nós temos poucas fábricas da construção civil no Amazonas, é importada a maioria dos componentes. São materiais pesados, como azulejos. Em Manaus, temos custo de importação e logística para a grande distância, que oneram a construção civil local”, avaliou o supervisor do setor de disseminação de informações do IBGE para o Amazonas, Adjalma Nogueira Jaques.
Com relação à variação mensal, o Estado ficou com 0,46%, contra os 0,34% da região Norte. A do ano ficou em 0,56%, abaixo dos 0,66% registrados pela região; enquanto a dos últimos 12 meses chegou a 6,29%, inferior ao da região, que ficou em 6,75%.

Reajuste salarial

O maior reajuste percentual por hora de trabalho no Amazonas em relação ao mês anterior foi de 1,09% para o serviço de ladrilheiro (R$ 4,63), seguido de eletricista (R$ 8,31), e mestre de obras (R$ 6,47).
A variação em percentagem do aumento na remuneração ficou em 0,80% para o armador, bombeiro hidráulico, carpinteiro de formas, pedreiro e pintor, que passaram a receber R$ 3,79 por hora de serviço. Antes era de R$ 3,76.
A menor variação ficou para o cargo de servente (R$ 2,80). Somente a remuneração de carpinteiro de esquadrias se manteve a R$4,58 a hora trabalhada.
A região Norte ficou com a segunda maior taxa regional de reajuste salarial em fevereiro, com os 0,34%. Em seguida a região Sul, com 0,23%. Depois a região Centro-Oeste com 0,22% e por último a região Sudeste 0,12%. A maior taxa regional foi a do Nordeste com alta de 0,89%.
Os custos dos materiais de construção no Estado tiveram oscilação. Os maiores aumentos foram para azulejo (9,11%, ao custo de R$ 20), laje pré-moldada para piso (8,33%, ao custo de R$ 39) e vaso sanitário de louça branca (4,55% ao custo de R$ 4,55).
Em contraponto, apresentaram queda de preço itens como aduela de madeira (menos 11,11%, ao custo de R$ 40), tubo de ferro para água (menos 6,70%, a R$ 89,33), e vidro liso incolor (menos 4,58%, a R$ 57,25).

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