16 de abril de 2021

Alfredo diz que enfrenta máquina, mas vencerá

Um dos grandes destaques da política do Amazonas, Alfredo Nascimento (PR), chega à reta da final da campanha deste ano com o desafio de conquistar o único cargo que ainda não ocupou pelo Estado - o de governador

Um dos grandes destaques da política do Amazonas, Alfredo Nascimento (PR), chega à reta da final da campanha deste ano com o desafio de conquistar o único cargo que ainda não ocupou pelo Estado – o de governador.
Ex-secretário de Estado (de Administração e Fazenda) e do Município (extraordinário da Prefeitura; Administração; Economia e Finanças), Alfredo, que também foi prefeito de Manaus e vice-governador, hoje ocupa uma vaga no Senado Federal, eleito em 2006 pelo Amazonas . O candidato do PR também ocupou cargos importantes, como presidente da Comissão de Licitação da prefeitura de Manaus e do governo do Estado e ainda a Superintendência da Suframa, até chegar a um dos degraus mais altos do poder no país – o Ministério dos Transportes no governo do presidente Lula.
Em entrevista ao Jornal do Commercio, Alfredo Nascimento (PR) apresentou suas principais propostas e adiantou: sua primeira ação como governador (caso saia vitorioso no pleito de 03 de outubro): transparência nas contas públicas.
O candidato, que vem protagonizando a disputa com Omar Aziz (PMN), aposta na popularidade do governo federal (do qual fez parte) e nos feitos anteriores na prefeitura e no Ministério.
A entrevista dá seguimento ao projeto do Jornal do Commercio de apresentar aos leitores os principais candidatos a governador do Amazonas e senador da República para este pleito.

Candidato, como o senhor avalia a campanha eleitoral até aqui?
Alfredo Nascimento – Positiva, propositiva e, apesar de algumas resistências, proporcionando, graças ao horário eleitoral gratuito, um debate necessário. Estamos levando nossa mensagem, esclarecendo nossas propostas e debatendo assuntos de interesse público. Isso é o que vale numa campanha.
Qual será sua estratégia de campana nesta reta final?
AN – Manter o debate, manter a linha propositiva. Estamos enfrentando uma campanha com máquinas públicas envolvidas, com muito dinheiro, mas não vamos calar. Vamos ganhar a eleição mostrando ao eleitor que nosso adversário quebrou o estado, que já tem um déficit de mais de R$ 400 milhões e que não tem dinheiro pra pagar o décimo terceiro salário até o final do ano para o funcionalismo. Além de tantos outros absurdos como a falta de segurança, a saúde precária, educação fora de controle, etc.
Em caso de uma vitória sua, qual será a primeira ação como governador?
AN – Uma das primeiras medidas será a publicação de um decreto obrigando que todos os gastos do governo sejam publicados na internet para dar transparência às ações públicas. Vamos assinar decretos para que a merenda, o fardamento e as carteiras escolares sejam compradas nos municípios amazonenses para fomentar a atividade econômica no interior, gerando emprego e renda para a população.
Quais suas principais bandeiras de campanha?
AN – Os pilares da minha campanha para o Governo do Amazonas são a educação, saúde e segurança pública. Na educação, vamos aumentar os investimentos no setor, incentivar a qualificação dos professores e elaborar um Plano de Cargos e Salários que contemple os anseios da categoria. Vamos levar a internet para os 61 municípios do Estado e doar computadores para os alunos do ensino médio da rede estadual e da UEA. Nosso governo vai levar núcleos da UEA a todas as cidades do interior. Na saúde, nossa proposta prevê a discussão e a elaboração de um novo Plano de Cargos e Salários para os profissionais da saúde. O governo vai estimular e investir ainda na capacitação da categoria, oferecendo mecanismos de especialização e atualização profissional. Nosso governo vai implantar um sistema de rodízio e até mesmo o uso de cooperativas para que todos possam trabalhar e manter seus estudos e aperfeiçoamentos. Quanto à segurança, vamos criar a Polícia da Família, contrataremos três mil policiais para atuar na prevenção de crimes e trabalhar mais próximo das pessoas.

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