ALE procura meios legais para impedir despejo

Uma comissão de moradores dos conjuntos Castanheiras, Tambaú e Ariranha estiveram na ALE (Assembléia Legislativa do Estado) para tentar junto aos deputados anular uma ação judicial (despejo) contra 12 residências, concedida ao senhor Bomfim, da Massa Cooperativa Duque de Caxias.

A reunião foi presidida pelo deputado Sinésio Campos (PT) com a presença dos parlamentares Wallace Souza (PP) e Edílson Gurgel (PRTB) e pelo procurador-geral da Casa, Wander Góes para dar suporte jurídico aos moradores.
A ação de despejo começou no dia 02 quando houve a interferência do deputado Sinésio Campos e dos vereadores Amauri Colares, José Ricardo e José Nascimento.

Segundo Sinésio é preciso buscar soluções, pois da forma como o processo está sendo conduzido existe muitos erros e equívocos. “Tanto o Poder Legislativo como o Judiciário deveria levar em consideração o pleito dos moradores que desejam pagar seus imóveis, mas que não estão tendo chance para que isso aconteça”.

O presidente da ALE Belarmino Lins (PMDB) sugeriu a criação de uma comissão para ouvir e, sobretudo encontrar soluções, pois com isso, o Poder estaria prestando um serviço relevante para os moradores que estão em situação difícil. Para o presidente do conjunto Castanheiras, Raimundo Nonato Lopes, nenhum morador do conjunto se nega a pagar pelo imóvel. “O que ocorre é que as condições impostas pela massa cooperativa é inacessível, não há condições de se pagar o que eles estão pedindo”. Para ele deveria ocorrer o mesmo plano de pagamento estipulado pela Caixa há 3 anos, com valores em torno de R$ 7.5 mil e R$ 12 mil e não R$ 42 mil com 40% de entrada e o restante financiado em 12 vezes.

O gestor da Massa Cooperativa que deveria comparecer à reunião telefonou afirmando que viria hoje ao plenário da Casa às 8:00 para prestar esclarecimentos sobre o assunto. O deputado Wallace Souza e o procurador-geral Wander Goes solicitaram que fosse mandado um convite em nome do Poder Bomfim.

A senhora Kaite Alves, do CDH, explicou que o processo está cheio de erros e que não precisava ser advogado para verificar os absurdos, pois quando existe um credor não se pode pedir falência e a Caixa era a credora da empresa que solicitou o financiamento. Outro detalhe que chama a atenção é que o juiz que assinou o documento foi muito bonzinho com Bonfim, assinando a falência e passando os imóveis para a cooperativa.

Hoje com a presença do senhor Bonfim os deputados da comissão esperam uma solução para o caso

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