Alcear reconhece e premia os amantes da Amazônia

O centenário Ideal Clube voltou a abrir suas portas para mais uma noite de glamour e recebeu na noite do último sábado (25), algumas das figuras mais ilustres da capital amazonense para receber o 1° Prêmio Amantes da Amazônia, instituído pela Alcear (Academia de Letras, Ciências e Artes do Amazonas) presidida pelo advogado e contabilista Gaitano Laertes Pereira Antonaccio.
Fundada em 5 de setembro de 2003, a Alcear tem como objetivos resguardar e manter o brilho das Letras, que jamais se poderá apagar; a verdade das Ciências, que identifica soluções para as indagações e angústias da Humanidade; e a beleza das Artes, eternizada desde o momento da Criação, quando Deus ordenou: Faça-se a Luz.
A Academia nasceu do idealismo de pessoas reconhecidamente atuantes nos mais diversos setores da vida pública, desde o magistério à magistratura; do jornalismo à medicina; da história às letras e às artes, em suas mais variadas formas de expressão. São homens e mulheres marcantes na sociedade amazonense por suas atitudes exemplares, sempre em busca do aperfeiçoamento pessoal, intelectual e profissional. Por isso seus associados resolveram criar aquele que deverá ser o reconhecimento mais importante dado a alguém pela Academia, o Prêmio Amantes da Amazônia, que em sua primeira edição premiou o artista plástico Rui Machado; o advogado José Bernardo Cabral; os jornalistas Phelippe Daou e Guilherme Aluízio de Oliveira Silva; o economista Osiris Messias Araújo da Silva; a reitora Giselle Vilela Lins Maranhão; a cientista Martha de Aguiar Falcão e; in memoriam, o acadêmico Osório José de Menezes Fonseca.
Para Guilherme Aluízio, presidente do Jornal do Commercio, “receber esse prêmio se deve à generosidade dos associados da Alcear e eu só tenho a agradecer a indicação do meu nome”.
Já Gaitano Antonaccio, satisfeito com o resultado da primeira edição do prêmio, disse que “se a noite tivesse sido melhor o Ideal teria ficado pequeno. Fiquei honrado com a presença de toda a sociedade amazonense e tantas pessoas ilustres, além dos premiados. O Prêmio Amantes da Amazônia veio para marcar. Esse foi só o primeiro. Virão outros, pois as pessoas que tem esse amor telúrico por Manaus e essa gana pelo Amazonas precisam ser sempre lembradas e reconhecidas”.

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