Aguardando o determinismo histórico (Parte 9)

Como previsto, assinalemos em seguida o que se colheu sobre a notável figura de Silvio Gallo, na verdade Silvio Donizetti de Oliveira Gallo, natural de Campinas (SP), – 17-Set-63. Trata-se de um filósofo brasileiro, mestre e doutor em educação, ou Filosofia da Educação, graduado pela Universidade Estadual de Campinas-UNICAMP, onde se tornou livre-docente na mesma área. Dizia-se um filósofo anarquista brasileiro, tendo publicado na sua área de filosofia “Fazer Experiência do Pensamento”, indicando como tornar a filosofia acessível e disponível, como possibilidade de experimentar o pensamento próprio. Em seguida, “Conecte Filosofia”, onde resta oferecida uma abordagem problematizadora, estimulando à participação ativa do pensamento filosófico numa inclinação contemporânea.

Atraindo para si o renome de filósofo anarquista brasileiro, já se disse, o nosso pesquisado mostrou-se sobremodo colhido pela notoriedade como extraordinário analista de inúmeras publicações de autores lendários voltados para as múltiplas dimensões do aprender, discorrendo sobre estudiosos talentosos que afinal alcançaram o conceito buscado.  

“Deleuze e a Educação”, a educação menor, o livro que inspirou tal ideia. Assim, o conceito de educação menor, uma vez divulgado por Sílvio Gallo, parte de um entendimento de literatura do gênero criado por Gilles Deleuze e Félix Guattari, ambos franceses. Assegura-se identificar Bento de Spinosa, holandês, (1632-1677), no contexto do Século XVIII, à prática de uma espécie de educação menor, o que se pode ver na biografia do filósofo e de elementos do seu educar, não institucionalizado, desterritorializado e rizomático (que contraria as regras pré-estabelecidas). Assim é como se define a referida educação menor.

Sucede, Sílvio Gallo então se prendeu ao entendimento de Deleuze, que por sua vez espelhou-se em Spinosa, e assim sustentou que uma educação menor é a praticada à margem diferentemente de uma educação maior presa aos grandes planos de educação, das diretrizes e das orientações formatadas em documentos oficiais e legislações. Assim aqui se conclui.

Seguindo-se, temos Márcia Tiburi, ou Márcia Angelita Tiburi, natural de Vacaria (RS), 06.Abr.70. Ostenta notáveis referências pessoais, dizendo-se que é graduada em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1991); em Artes Plásticas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1994); além de Doutora em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1998), com ênfase em Filosofia Contemporânea. É igualmente contemporânea em Pós-doutorado em Artes pelo Instituto de Artes da UNICAMP. Trata-se de professora do Curso de Filosofia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), dominando temas de interesse da filosofia contemporânea; filosofia da linguagem; ética; estética; biopolítica e feminismo.

Em Congresso (2013), se tem-na como organizadora de eventos culturais, voltados para inúmeros temas, tais como XI Fórum Nacional de Educação; XIV Seminário Regional de Educação Básica; e II Encontro Nacional do PIBID/UNISC: Sociedade atual, nós e o outro; Ética e Educação; Meios de comunicação, opinião e filosofia na formação dos brasileiros; 1º Encontro Anual CAU/SC – Ética e Exercício Profissional. O desafio da ética na sociedade do conhecimento, 2012 (Encontro); XIII Seminário Internacional Ética na Gestão. Ética, cultura e reforma política, 2012 (Seminário). É o que se tem até este segmento (Continua).

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