Aguardando o Determinismo Histórico (Parte 7)

Ao final do artigo anterior – Parte 6 – anotou-se manifestação de Luiz Felipe Pondé, disposta no jornal Gazeta do Povo, de São Paulo. Trata-se de um dos Sociólogos pré-socráticos cujo grupo tem sido aqui reportado nesta estação de escritos semanais. No caso, o intelectual abordou a ocorrência da pandemia em trágico curso, nos moldes que nos assusta a todos.

Ali, a seu modo, completou o raciocínio, verbis: “Entretanto, uma virtude, tipicamente trágica, deveria ser lembrada em momentos como este em que podemos nos perder em fetiches como o culto do home office, do novo normal, ou de cozinhar brócolis no Instagram. Refiro-me à virtude da reverência, acrescenta o notável profissional do pensamento.

Voltado a famosos escritores, mas sua maior obsessão literária é Nelson Rodrigues, sempre citado nos seus textos semanais. Com Pondé não há meio termo, sim na base do “ame ou odeie”, parecendo se divertir cutucando esquerdistas, feministas, ecologistas, ateus e quem engajado nas causas politicamente corretas da moda. Tudo com humor sarcástico, irritando ainda mais seus detratores. Daqui mais se teria, muito até, mas há cuidar do espaço adiante.

Chamemos agora Clóvis de Barros Filho que, por falha de revisão, teve seu nome omitido à fl. anterior, no rol de início. Natural de Ribeirão Preto (SP), 21.out.65, é professor, doutor, autor e livre-docente pela ECA-USP. Teve suas aulas e palestras sobre ética ouvidas por milhões de pessoas em todo o Brasil, além de países como Espanha, França, Uruguai, México, Argentina e Portugal.

Estabeleceu-se no mundo corporativo desde 2005, atendendo empresas das mais diversas partes e ramos de negócios, com o tema “A Ética e a Arte da Convivência.” Sabe-se que esse notável intelectual atualmente mostra-se como dos mais requisitados palestrantes do Brasil, o que é promovido por meio de seu escritório, o Espaço Ética.   

Livros que se consagraram, levam seu nome por vezes na condição de coautoria, ao lado de outras referências aqui também postas em artigos desta estação de escritos semanais, a saber “A Vida Vale a Pena Ser Vivida”;“Felicidade ou Morte”; “Shisnsetsu”; “A Felicidade O Poder da Gentileza é Inútil”; “Sócrates – Inspiração para a Vida”; “Ética na Comunicação”; “O Que Move as Paixões”; “Em Busca de Nós Mesmos”; “Ética e Vergonha na Cara”.  

Sucede, algumas das consagradas frases de Clóvis de Barros Filho: “Conversar comigo era que nem ir ao zoológico, uma experiência diferente”; “Você sabe que encontrou a felicidade quando vive um momento que não quer que acabe”; “O mundo que me alegra não é o mundo que te alegra. Viva a sua vida no seu canto”; “A vida é uma sequência de encontros inéditos com o mundo, por isso não se deixe ser traduzido por fórmula de nenhuma espécie”; “Já que não ama, faça como se amasse”; “É no labor diário que se desenvolve as próprias potencialidades e se constrói uma vida feliz”; “Os poderosos sempre apoiaram fortemente o uso da religião, porque é justamente a religião que faz com que os pobres se conformem com suas vidas miseráveis e não se rebelem contra os poderosos que os exploram”.

Por fim, em seguida a frase do notável filósofo, com que concluiu a sua palestra algo referenciada linhas acima, verbis: “Viver é mudar, construir, reconstruir, reiventar”.

Desta altura, como anunciado, nos próximos textos teremos as outras celebridades cujos nomes constam listados à fl. anterior no rol de extraordinários filósofos e juristas brasileiros, a que se tem voltado regularmente esta estação de escritos semanais. (Continua).

Qual sua opinião? Deixe seu comentário

Gostou do Conteúdo? Assine nossa Newsletter

Compartilhe:

Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram
WhatsApp
Email

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email