Agricultura aumenta participação do setor privado na Pasta

O Ministério da Agricultura ampliará o número de executivos do setor privado em seu quadro de secretários e diretores de departamento. A divulgação dos nomes do segundo escalão, que deve acontecer nos próximos dias, só depende da Casa Civil, que já recebeu as indicações da Pasta. Enquanto isso, representantes do setor privado esperam esse anúncio para fazerem suas reivindicações diretamente aos “donos das pastas”.
Quem ficará a cargo da área financeira da Agricultura, por exemplo, é Edílson Martins Alcântara. Ele já foi diretor executivo da Bolsa Brasileira de Mercadorias (BBM) e também integrou o quadro do Banco do Brasil. “Alcântara tem expertise em bolsas e em economia agrícola”, pontuou um representante do Ministério. Essa alta fonte também confirmou que o ex-deputado Silas Brasileiro ficará com a secretaria executiva. Também estará entre os nomes a serem publicados no Diário Oficial o de Otávio Cançado, que teve uma passagem pela diretoria executiva da Abiec (ssociação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne). Ele cuidará da área de defesa animal dentro da SRI (ecretaria de Relações Internacionais). “É preciso aproveitar o conhecimento que se tem hoje da burocracia da máquina, mas é preciso mesclar também com a expertise do setor privado”, comentou a fonte. “É preciso dinamismo, trazer coisas novas”, acrescentou.
Gerardo Fontelles, atual secretário executivo da Agricultura, deverá ser aproveitado no Ministério. Há a possibilidade ainda de ele voltar para a equipe do Ministério da Fazenda, onde construiu grande parte de sua carreira. Fontelles, que é engenheiro agrônomo de formação, está aposentado.
A Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC) ficará a cargo de Erikson Chandoha, ex-secretário de Agricultura do Estado do Paraná. Esta é uma das áreas mais importantes dentro do Ministério num ano em que a presidente Dilma Rousseff promete ajuste fiscal. É para essa secretaria que são enviadas muitas das emendas parlamentares complementares ao orçamento.

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