Aesa aposta em novos produtos para fechar 2007 com alta de 55% no AM

Após apresentar um crescimento de 37% nas vendas do primeiro semestre sobre as vendas de igual período do ano passado no cenário nacional, a Aesa, uma das maiores empresas de reposição de molas e peças para veículos de cargas do Brasil, espera fechar 2007 com uma expansão de 55% no mercado local em virtude de investimentos em novos produtos.
O aporte previsto para esse ano é de R$ 4 milhões, utilizados para a pesquisa e desenvolvimento de produtos como as molas parabólicas, e a ampliação da oferta das linhas convencionais em todo o país. Para 2008, o investimento deverá sofrer uma retração de 25%, quando R$ 3 milhões serão aplicados apostando-se na consolidação e lançamentos realizados em 2007.
De acordo com o diretor comercial da empresa paranaense, André Bearzi, o Amazonas é um dos Estados em que a Aesa tem maior presença, atuando por meio de distribuidores que fornecem molas para ônibus e caminhões principalmente. “No ano passado não tivemos um bom desempenho, e nossa expectativa é muito boa para 2007, pois estamos ampliando a oferta de nossos produtos”, afirmou. “Manaus é um importante mercado para nós, respondendo por cerca de 7% a 8% do nosso faturamento”, completou.
Segundo a direção da companhia, o planejamento atual prevê a intensificação dos trabalhos de suporte técnico para os clientes, através de realização de treinamentos e visitas técnicas que apóiem o serviço de distribuição e orientem o trabalho dos aplicadores. As visitas para o Estado estão previstas para o mês de outubro.

Mercado
nacional
Atualmente, a Aesa é responsável por 15% da produção de molas destinadas ao mercado nacional de reposição, produzindo 6.000 toneladas de molas convencionais anualmente, e com o lançamento das molas parabólicas, a expectativa é que em apenas um ano elas representem 10% das vendas. “A decisão em investir nesse material surgiu com o objetivo de ampliar a presença da marca em mercados internacionais, como na Europa e nos Estados Unidos, além de ser uma necessidade que observamos no mercado brasileiro” disse Bearzi.
O desenvolvimento de novos produtos, como é o caso das parabólicas, deve-se também às projeções para o ano de que 70% dos veículos de carga lançados no mercado nacional saiam de fábrica com esse tipo de mola, que apesar de terem custo de produção mais elevado devido à matéria-prima, são mais confortáveis.
Para o Amazonas, e região Norte de maneira geral, o planejamento da Aesa se resume à consolidação de parcerias, através de ações para a intensificação dos trabalhos técnicos. No Estado, a paranaense não atua diretamente com o usuário dos seus produtos, mas através de empresas parceiras.

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