19 de abril de 2021

Acordo feito com oposição cria CPI mista para investigar cartão corporativo

Integrantes da base aliada e da oposição fecharam um acordo sobre a instalação da CPI dos Cartões.

Integrantes da base aliada e da oposição fecharam um acordo sobre a instalação da CPI dos Cartões. Depois de insistir na criação de uma CPI só de senadores, os governistas concordaram em apoiar a proposta da oposição de instalar uma comissão mista -formada por senadores e deputados federais. O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), disse que o líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS), começa a recolher a partir de hoje as assinaturas dos deputados para o requerimeno da CPI.
Com esse acordo entre governo e oposição, será possível instalar apenas uma CPI para investigar o uso dos cartões corporativos. A CPI vai investigar os gastos com cartão desde 1998 -realizados desde a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Antes do acordo, os dois lados ameaçavam entrar com requerimentos para a abertura de duas CPIs: uma só de senadores e outra mista.
O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), sinalizou ontem que apóia a instauração de uma CPI mista para investigar eventuais irregularidades envolvendo o uso de cartões de crédito corporativo. Segundo ele, a experiência com a abertura de duas comissões -uma na Câmara e outra no Senado-, mostrou que o ideal é unir as duas Casas nas investigações.
“Eu acho (que é repetitivo). Baseado em uma experiência recente, que foi a CPI da Aviação Civil. Eu creio que se fosse uma CPI mista teria feito um melhor trabalho”, afirmou Garibaldi. “O que cabe dizer é que a experiência com a aviação civil não apresentou melhores resultados.”

Dose
dupla

Antes do acordo, a base aliada tentava instalar a CPI dos Cartões Corporativos aenas no Senado. Mas a oposição buscou um acordo com os governistas para que fosse instaurada uma CPI mista -evitando a instauração de uma comissão na Câmara e outra no Senado.

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