19 de abril de 2021

Acordo encerra greve dos metalúrgicos no PIM

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Depois de longas reuniões e após uma paralisação da Moto Honda da Amazônia, que, segundo alguns trabalhadores, é o carro chefe das empresas do PIM (Polo Industrial de Manaus), tanto a classe empresarial quanto os metalúrgicos chegaram a um acordo

Depois de longas reuniões e após uma paralisação da Moto Honda da Amazônia, que, segundo alguns trabalhadores, é o carro chefe das empresas do PIM (Polo Industrial de Manaus), tanto a classe empresarial quanto os metalúrgicos chegaram a um acordo.
Assim como o que foi definido anteriormente pela indústria de motocicletas, na tentativa de impedir uma nova greve, a decisão foi de um reajuste de 9,5% juntamente com um abono de 0,5%, de acordo com o presidente do Sinaees/AM (Sindicato das Indústrias de Eletroeletrônicos e Similares de Manaus) e do Cieam (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), Wilson Périco.
Apesar de ver ‘bons ventos’ à frente, com a aprovação das alterações na MP (Medida Provisória) 534, uma das quais delimita o tamanho dos tablets entre 140 e 600 centímetros quadrados, o dirigente argumenta que é preciso ter consciência neste custo.
“Não é questão das pessoas, mas sim da perda de competitividade que pode zerar os empregos”, ponderou.
O presidente do Sindmetal/AM (Sindicato dos Metalúrgicos do Estado do Amazonas), Waldemir Santana, comenta que agora o piso mínimo das montadoras de motocicletas ficou em R$ 850, enquanto o das empresas de eletrônicos ficou na faixa de R$ 785.

“O maior do país”

Se antes Santana reclamava pelo fato de o Amazonas obter a quarta média salarial mais baixa do Brasil, agora salienta que o acordo foi positivo para os trabalhadores, “o maior reajuste conseguido no país”. “Além de um abono de 6,5% no salário nominal, com limite mínimo de R$ 120, nós também conseguimos outros ganhos sociais, como assistência médica a família”, destacou.
Mas, ‘como nem tudo são flores’, com a definição, os pais, que comemorarão seu dia no próximo domingo, deverão sentir o aumento de 1% no preço final dos produtos do setor. Isso porque, em declaração anterior, o presidente do Sinmen/AM (Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Materiais Eletrônicos de Manaus), Athaydes Félix, afirmou que a alta de 10% no custo da mão de obra deveria ser repassada de forma imediata para os consumidores.

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