23 de maio de 2022

Ninguém pode menosprezar o poderio da China, mas ninguém deve admitir  os casos de abusos no segmento dos direitos humanos; bem como o comportamento ocorrido no que tange à pandemia. Em resumo, os chineses fizeram e fazem, mas negam. Dentro do cinismo que lhe é inerente, levando “a banir o Twitter de seu país e esquecendo-se de que diplomatas e outros funcionários até hoje usam esse meio de comunicação quando interessa”; (in Gazeta do Povo), a China quer  abraçar o mundo, sufocar as  Nações mais indefesas para instalar seu regime totalitário onde todos passarão fome, umas serão esterilizadas e outros serão reeducados para o trabalho escravo ou para a guerra. Negar o apurado  faz parte da falácia dos comunistas, não se sabendo qual crime é pior: escravizar seu povo ou falsear a verdade a nível mundial.

Não se pode, porém, deixar os aspectos comerciais de lado; notadamente agora que a China deseja retomar Taiwan, gerando uma tensão entre várias potências mundiais devido ao comércio marítimo. Por isso, diversas ilhas são  disputadas  com outras nações. Se teremos uma guerra naval só o futuro dirá. Mas a celeridade dos fatos estão conduzindo várias outras nações e efetivarem treinamentos, inclusive os EUA e  a Inglaterra, países sempre unidos. Aliados a estes aspectos, não se pode esquecer da guerra comercial onde os EUA e a China travam uma batalha altamente prejudicial ao consumidor final, em face da constante elevação dos tributos na importação de bens. Afinal, porque a China deseja agora se transformar em potência econômica a nível  mundial, além de seus interesses em dominar  Taiwan e outras ilhas? Como sempre interesses escusos que afrontam a dignidade da pessoa humana fazem parte dos meios para se alcançar os fins.

Mas como ficará o Brasil neste cenário? Levará em consideração o que a história já escrevera ou considerará a parceria comercial existente com a China? Hoje nossa política externa é muito realista e independente. Os chineses desejam Taiwan; enquanto a Rússia quer a Ucrânia e nós a defesa da Amazônia com armas e demais equipamentos que afastem até a espionagem. Olhos abertos que possam impedir aqueles que não desejam nosso crescimento econômico, tanto lá; quanto cá.

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