A Voz do Lojista – Mulheres impulsionam vendas

A crescente participação das mulheres no mercado de trabalho aumenta vendas de “produtos práticos” nos supermercados

Compra já virou sinônimo de mulher. Quem vai ao supermercado, à feira, ao mercado? Mas isso deixou de ser um problema, pelo menos para o comércio.
Pesquisas apontam que a crescente participação das mulheres no mercado de trabalho aumentaram as vendas dos chamados produtos práticos nos supermercados. De acordo com a Data Popular, empresa paulista especializada nesse segmento, mostra que o ingresso das mulheres da classe C no mercado de trabalho aumentou as vendas dos alimentos semiprontos cerca de 15%.
Segundo a empresa, a consideração da classe C, é de famílias com renda mensal entre quatro e dez salários mínimos, com rendimento médio de R$ 2.500 por mês, dos quais cerca de 30% são gastos em alimentação.

Nessa categoria se enquadram sucos em pó, enlatados e uma série de produtos que ajudam as mulheres a economizar tempo nas tarefas domésticas. Como a maioria das mulheres da classe C não abre mão de cozinhar para suas famílias e preferem ingredientes que facilitam o preparo das refeições, isso contribui para o crescimento das vendas. “Isso é muito gratificante tanto para o comércio quanto para as mulheres que satisfazem o desejo de cozinhar para sua família”, declara Ezra Benzion, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Manaus (CDL-Manaus).
Ainda segundo Benzion, o aumento das vendas desses produtos ocasionou uma grande demanda de empresas de representações, alavancando o mercado.

Produtos importados

Antes, maioria desses produtos eram de origem importada, o que dificultava na hora do preparo. Hoje, porém a coisa mudou. Várias marcas brasileiras já têm seus produtos no mercado e começam a colher os bons frutos. Até por quer saia bem caro a exportação desses produtos, o que não vai acontecer com a criação de marcas brasileiras.
O investimento para esses produtos também cresceram e os empreendedores já visão o futuro selecionando o que é de melhor para agradar os clientes.

Conforme o mercado sugestões surgem de forma inovadora nesse novo segmento, e, se depender dos empreendedores, ainda viram muitas novidades por ai.
É claro que as vendas aumentaram devido a ingressão das mulheres no mercado de trabalho, porém, é isso que faz o mercado funcionar. Com grande impulso do setor, a tendência é o aumento da geração de emprego, e como empresas brasileiras já têm seus produtos industrializados a demanda de crescimento de vagas é propício.

Mercado acreditado

Com todos esses dados o comércio acredita que as vendas desse segmento são a nova “menina dos olhos”. Cheios de créditos e investindo bastante, empreendedores já começam a admitir que esse é o mais novo segmento a ser usado no Brasil. Nos Estados Unidos, Inglaterra, Japão já utilizam esse tipo de segmento a muito tempo.
É o conceito de Fast-Food, alimentação preparada de forma rápida servida na maioria das vezes em lanchonetes. Entretanto, aqui na avançam para as prateleiras dos supermercados.

Com as vendas em alta, os comerciantes acreditam em um crescimento no comércio amazonense e ficam realizados em construírem uma enorme porta para o desemprego.

Esta co­luna é ­uma pu­bli­ca­ção diá­ria e ela­bo­rada ­
pela ­CDL-Manaus
E-­mail: co­mu­[email protected]­naus.­com.br

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