Um LED é essencialmente uma célula solar funcionando ao contrário: Enquanto um pega a eletricidade e a utiliza para gerar luz, a outra pega a luz e entrega eletricidade.

Com ambos espalhados por todos os cantos, seria de se presumir que esse componente fosse bem conhecido e tivesse pouca margem para melhorias.

Mas bastou um novo projeto de construção dos diodos emissores de luz (LEDs) para que esses componentes atingissem um aumento dramático no brilho. E não apenas isso, a melhoria agora permite que um LED crie luz laser, uma característica que promete tornar o componente valioso em novas áreas de aplicação.

O novo LED apresentou um aumento no brilho de 100 a 1.000 vezes, dependendo da cor, em relação aos designs convencionais de LED do mesmo tamanho.

“É uma nova arquitetura para fazer LEDs. Nós usamos os mesmos materiais dos LEDs convencionais. A diferença nos nossos é a forma,” disse Babak Nikoobakht, do Instituto de Tecnologia e Padronização dos EUA.

Embora os LEDs tenham inaugurado uma nova era na iluminação, eles têm uma limitação um tanto frustrante: Até certo ponto, alimentar um LED com mais eletricidade faz com que ele brilhe mais intensamente, mas logo o brilho diminui, tornando o LED altamente ineficiente.

Essa “queda da eficiência” impede que os LEDs sejam usados em uma série de aplicações promissoras. Nessa busca de miniaturização, eles tentaram substituir o projeto planar, típico dos LEDs atuais, por filamentos estreitos e mais altos, que eles chamam de “barbatanas”, o que ilustra bem a aparência das estruturas. Bastou isso. Foi só ligar o componente de teste para ver que o resultado tinha sido muito superior à intenção inicial.

“Converter um LED em laser exige um grande esforço. Geralmente, é necessário acoplar um LED a uma cavidade de ressonância que permite que a luz salte para formar um laser,” disse Nikoobakht. “Parece que o design da barbatana pode fazer todo o trabalho sozinho, sem a necessidade de adicionar outra cavidade.”

Efeito borboleta da vida real

Viagem no tempo liberada: Você não conseguirá mudar a história

Um dos desenhos animados de maior sucesso entre as crianças atualmente tem uma curiosidade confortante: Depois de derrotar os vilões -o que todas as vezes implica em destruir grande parte de Paris -a super-heroína Ladybug (joaninha) arremessa para o alto um talismã, chamado Miraculous, e tudo volta ao normal -coisas quebradas se “desquebram”, coisas destruídas se reconstroem e até as mentiras são esquecidas.

Pois parece que, acaso alguém consiga viajar no tempo, o milagre da Lady Bug poderá acontecer de fato, com a vida real se rearranjando para consertar qualquer problema que o viajante no tempo tenha causado.

Em outras palavras, pode não existir paradoxo na viagem no tempo, como aquele que pergunta o que aconteceria se você voltasse no tempo e matasse seu avô, impedindo sua linhagem e, portanto, sua própria existência -se você voltar no tempo e, por alguma razão, em vez de querer dar um abraço no vovô, querer matá-lo, ao voltar ao presente a própria realidade anulará suas ações e tudo voltará ao normal.

Esta é a conclusão de Bin Yan e Nikolai Sinitsyn, do Laboratório Nacional Los Alamos, nos EUA.

Efeito borboleta

Usando um computador quântico para simular viagens no tempo, os dois pesquisadores demonstraram que, no reino quântico, nada que você faça interferirá no presente. Na pesquisa, informações -qubits ou bits quânticos -fazem uma viagem no tempo simulada, voltando para o passado -sim, em experimentos de física quântica é possível inverter a seta do tempo.

Ao chegar ao passado, um dos qubits é então fortemente danificado por um agente. Surpreendentemente, quando todos os qubits retornam ao “presente”, eles parecem praticamente inalterados, como se a realidade se auto curasse.

Começam a nascer os chips que vão superar a tecnologia 5G

Cientista já projetam mundo pós 5G

A tecnologia 5G já é uma realidade, de forma que os engenheiros e pesquisadores já estão se voltando para a geração seguinte de equipamentos, que deverão atender os próximos patamares de transferência de dados.

E algumas equipes estão bem adiantadas, conforme demonstraram agora Yihao Yang e seus colegas da Universidade Tecnológica Nanyang, em Cingapura, e da Universidade de Osaka, no Japão.

Eles já têm pronto o primeiro chip “pós 5G”, construído com o conceito de “isolantes topológicos fotônicos”.

Isolantes topológicos são materiais emergentes -meras curiosidades de laboratório há poucos anos -que apresentam propriedades em sua superfície diferentes das propriedades do seu interior. E fotônicos são materiais capazes de lidar com a luz, seja para processamento, armazenamento ou transferência de dados.

Em termos simples, os isolantes topológicos fotônicos permitem que as ondas de luz sejam conduzidas na superfície e nas bordas do material, como um trem seguindo uma ferrovia, o que é muito mais rápido do que se ela precisasse atravessar o material.

Quando a luz viaja ao longo desses “trilhos”, ela pode ser redirecionada por cantos agudos, e seu fluxo irá se manter sem perturbações mesmo se encontrar imperfeições no material.

Os trilhos para a luz têm um desenho um pouco diferente dos trilhos de trem: O pequeno chip de silício conta com uma série de fileiras de orifícios triangulares, com pequenos triângulos apontando na direção oposta a triângulos maiores, de forma que as ondas de luz se tornam “protegidas topologicamente”.

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