A Intensa relação de QUE… Sartre e Beauvoir

Esta biografia dupla narra a história de dois dos maiores ícones intelectuais do século 20. Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre construíram uma relação intensa e dolorosa que durou mais de cinquenta anos. O livro “Uma relação perigosa” (Grupo Editorial Record) é o retrato de suas vidas, desde a infância até a morte, e uma incisiva reconstrução da ligação entre eles.
Dos corredores da Sorbonne aos cafés da Rive Gauche, descobrimos como a talentosa Simone se apaixonou pelo arrogante Jean-Paul. Seymour-Jones descreve o primeiro verão deles juntos, em 1929, os debates acalorados que se prolongavam noite adentro, a competição sexual, as traições, as ideias perigosas que levaram as pessoas a experimentar novos comportamentos e o amor profundo que este casal incomum tinha um pelo outro.
Recheado de detalhes insólitos, intrigas nefastas, encontros, traições e comportamento libertino, e valendo-se de uma investigação escrupulosa e tremenda compreensão histórica, este livro captura com tramas dignas de um intrincado romance.
Um relato fascinante sobre o que está por trás da lenda criada por esta dupla brilhante.
Autora Carole Seymour-Jones nasceu no País de Gales, é escritora, historiadora e autora de “Beatrice Webb: A Life” (1992); “Painted Shadow: The Life of Vivienne Eliot, primeira esposa de T.S. Eliot” (2001).
Número de páginas: 616.
preço Médio: R$ 67.

A obra
A relação de amizade entre Beauvoir e Sartre, tema deste livro tinha um potencial para o bem: era uma bigorna de onde voavam fagulhas intelectuais. No Café de Flore, ou no Deux Magots, eles flertavam, bebiam e produziam livros juntos. Mas tinha também um perigoso potencial para o mal, na medida em que os “gêmeos” encorajavam e justificavam um ao outro dentro de seu mundo privado, cujas fundações eram não só a iconoclastia intelectual como também uma feroz necessidade mútua, enraizada parcialmente em suas infâncias feridas. O fascínio do relacionamento de Beauvoir com Sartre é que ele sobreviveu sem sexo, redefinindo o amor como um compromisso para a vida toda, baseado antes em laços firmes do que no desejo físico, que poderia ser encontrado — e descartado — em qualquer lugar. Acima de tudo, Sartre ansiava pela intimidade, e sentia uma necessidade obsessiva por mulheres.

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