2 de julho de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Nílson Pimentel (*)If we do not invest seriously in education, health, agriculture, road infrastructure, renewable energy, scientific research and tourism, we will hardly tread the path of development.If we want to talk about tourism seriously, we need to organize our city to receive the tourist of a day, to inform him, to guide him, to educate him and to transform him in a tourist of every day. We want him to come, we want him to always come back, and for that it is necessary to show and demand respect”.O que o Amazonas poderá fazer por si próprio e por seu Desenvolvimento Econômico Regional??? O Estado possui todos os potenciais possíveis que um locus economicus regional possa ter em seu território, e o que está faltando para o tão almejado Desenvolvimento Econômico??? Todos sabem que a Economia Amazonense é dependente do projeto Zona Franca de Manaus/Polo Industrial de Manaus (PIM) que tem tempo certo para término dos Incentivos Fiscais que sustenta o seu arcabouço jurídico. Contudo, passados mais de meio século, o Amazonas não foi competente para arquitetar um outro projeto de desenvolvimento que adensasse as atividades econômicas do PIM para melhoria da economia estadual. E os economistas pesquisadores do Clube de Economia da Amazônia (CEA) indicam o TURISMO como um dos vetores dentre os potenciais existentes nesse locus amazonense a ser explorado na racionalidade econômica. O Amazonas é uma região única no mundo como as demais outras na terra mas, aqui que se tem a obrigação de fazer desenvolver, criar outros programas e projetos que adicionados aos resultados do Polo Industrial de Manaus faça a economia do AMAZONAS ser pujante e o TURISMO é um desses vetores econômicos potenciais. O Turismo é um das atividades econômicas que possui uma extensa cadeia produtiva e de valor significativo, na hotelaria, na gastronomia, no comércio, nos serviços afins, (turismo de pesca esportiva, turismo de pesca recreativa, turismo de fotográfico, turismo cultural e religioso, turismo de contemplação da natureza, turismo de acidentes geográficos(cachoeiras, lagos, lagoas, igarapés, igapós, etc, etc) turismo de eventos de Shows artísticos, etc, etc, etc) por toda essa abrangência é uma atividade que exige o profissionalismo de seus atores. Os nomes Amazônia, Amazonas, até Manaus podem até se transformarem em grife e/ou marca internacional, mas ainda não o são por que ninguém ainda trabalhou para elas se transformarem nisso em termos de marketing, porém são verbetes repetidas vezes em certas partes do mundo ocidental, muito menos em destinos turísticos preferenciais do trade mundial da categoria. Certo que na AMAZÔNIA se tem a exuberância, a beleza natural desse locus economicus da maior floresta tropical da terra, o qual parte do mundo ocidental costuma ter a visão errônea que não pertença ao BRASIL, que se possa transformar em patrimônio internacional ou fazer injunções políticas para salvar os Índios, os leões, as girafas sem nunca ter conhecido a região, sem saber nada de seus verdadeiros guardiães. Manaus, por sua excelente localização central na Amazônia, banhada por dois dos maiores rios da região, quiçá do mundo, carece de atrativos voltados às atividades de turismo, possuindo o pouco explorado Encontro das Águas,(que há tempos sofre com a ausência de um Parque Municipal e o Mirante de Ajuricaba [E o projeto de Nyemayer/na Copa de Futebol 2014 – o FANFEST PARK, cadê  tudo isso] objetivando observar a beleza natural de Encontro dos Águas), se tem como referência turística urbana o Magnifico Teatro Amazonas, o Palácio da Justiça, o Palácio Provençal, o Palácio Rio Negro, e outros locus de menor atratividade, mas lhe falta outros equipamentos de atratividade turística, do porte de um Hotel Tropical, ou seja, a Indústria do TURISMO, requer profissionalismo. Também, Manaus possui o pouco explorado e pouco divulgado, Park do Mindú, o Museu da Amazônia (MUSA e seu mirante) na Florestal Adolpho Ducke, a maior florestal urbana do mundo. Manaus precisa de muito investimento para construir outras atrações turísticas modernas do tipo Teleférico e obras afins, na confluência do Rio Tarumã com o Rio Negro até a carcaça daquele hotel por detrás do Tropical, dentre tantas oportunidades que o sítio de Manaus comporta. Por outro lado, Manaus deve desenvolver o Turismo de Negócios, o Turismo de Congressos, estimular a realização de FEIRAS Lançamentos de Produtos, etc, etc, etc. Atualmente, pós pandemia, ainda com a guerra UcrâniaXRússia, o TURISMO é a atividade econômica que mais cresce no mundo, se precisa planejar profissionalmente o Turismo do Amazonas, não há lugar para amadorismo, nem de arroubos politiqueiros. Haja esforço para Políticas de Atração de Investimentos para o segmento. (tema denso e não se esgota aqui).

Nílson Pimentel

Economista, Engenheiro, Administrador, Mestre em Economia, Doutor em Economia, Pesquisador, Consultor Empresarial e Professor Universitário: [email protected] 

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