A Fresp (FederaçãoFretamento registra perdas de 12% em 2009

A Fresp (Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo) informa que desde o início da restrição aos fretados em São Paulo, em 27 de julho, já houve perdas de 12% ao setor.
Com as perdas geradas em 2009, provocadas pela Zona Máxima de Restrição aos Fretados na Capital aliada à crise econômica mundial, o setor de fretamento prevê fechar o balanço anual em R$ 2,82 bilhões contra o faturamento de R$ 3,2 bilhões registrado em 2008.
“Fechamos o ano de 2008 com um crescimento de quase 10%. Já em 2009, nosso levantamento preliminar é que as perdas do setor cheguem a 12%”, declara Silvio Tamelini, presidente da Fresp.
Segundo o presidente da Fresp, as medidas determinadas pela administração da capital paulista geraram perdas também para as empresas de Campinas e de Santos e outras regiões que mantinham muitos ônibus no transporte de executivos provenientes dessas cidades para São Paulo.
“No início do ano, mesmo com a crise americana, esperávamos sair ilesos da onda pessimista, mas a restrição ao fretamento na cidade de São Paulo, a maior do país, gerou prejuízos em cascata por todo o Estado”, revela Tamelini.
O fretamento contínuo, o mais afetado pela restrição, tem participação de 60% no faturamento global das empresas, enquanto o fretamento eventual, de turismo e eventos, representa 40% do total. “Perdemos muitos clientes nos contratos realizados para o transporte de funcionários, muitas linhas tiveram que ser desativadas, outras ganharam um percurso muito longo para evitar a área de restrição. Isto fez com que muitos passageiros optassem pelo transporte individual para ir ao trabalho”, analisa Tamelini.
“No geral, tivemos uma queda de 12% na operação do fretamento contínuo. Isso porque em vez de levar 40 passageiros passamos a levar um número menor de passageiros, e isso significa custo maior e receita menor. Nas empresas, muitas das linhas nas quais se registrou uma retração de passageiros, trocamos o modelo de ônibus convencional por um micro-ônibus. A medida faz com que o custo seja menor e atenda adequadamente à necessidade dos clientes”, informa.

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