15 de abril de 2021

A crise (segundo Einstein)

Durante a grande recessão americana um repórter pediu a Einstein, na época com 50 anos, uma opinião sobre a grande crise que ocorria nos U.S.A. isso em 1929 e, na época, todo o mundo se surpreendeu com a resposta

Durante a grande recessão americana um repórter pediu a Einstein, na época com 50 anos, uma opinião sobre a grande crise que ocorria nos U.S.A. isso em 1929 e, na época, todo o mundo se surpreendeu com a resposta, com mudanças radicais de comportamento que sua opinião provocou. Disse ele:
“Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor bênção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar “superado”.
Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios; sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo.
Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la.”
Pois é, além de tudo, Einstein me parece um visionário, já que foi na maior crise mundial, anos depois, que seu invento, ainda que sacrificando tantos, trouxe alento e paz ao mundo.
Agora, novamente nos vemos às voltas com outra crise. E os brasileiros, em sua maioria, por não conseguir entendê-la, certamente não terão como combatê-la, e consequentemente, apenas e tão somente, se curvarão a ela.
Mas ela não é nossa e não devemos temê-la, e sim, nos prepararmos para poder superá-la. E certamente o faremos com nossa criatividade, com o poder que temos de nos adaptarmos à situações inusitadas, como aprendemos a fazer com o passar dos anos. Basta tirar da gaveta de nosso passado tudo que nos ocorreu de 1964 para cá – revolução, repressão, volta à democracia, inflação galopante, confisco financeiro e retorno ao crescimento –para sentirmos do que somos capazes.
Não nos esqueçamos que, nosso sistema bancário brasileiro –que vive nos espoliando –pelo menos, é um dos mais modernos do mundo e dos menos frágeis, já que, no seu sistema de contrapartidas de exigências de garantias para aporte de investimentos, não aceitam seguros tipo “performance bond” ou qualquer outro tipo de seguro e tão somente garantias reais… e pelo menos, 30% acima do valor do investimento pretendido, além da depreciação de, em média, 30 a 40% das garantias reais ofertadas, para cobertura do investimento.
Nunca os bancos particulares brasileiros ou estrangeiros que aqui estão, tiveram tanto lucro e nosso presidente da república sindicalista e homem do povo, jurava corrigir essas distorções e esses abusos em seus inflamados discursos de antigamente. E ingressa pelos caminhos da omissão e da fantasia. Terra do NUNCA… nunca fez, nunca sabe.
Enfim, sem querer me alongar muito, certamente teremos reflexos em nossa economia e empresas não muito bem consolidadas estarão sujeitas à falência, mas nada que deva nos preocupar tanto.
Um país de povo pacato como o nosso, sem os terremotos e acidentes naturais que avassalam o mundo todo o ano inteiro, livre de tornados, furacões e vulcões, tem, apenas no TSUNAMI da incompetência e da demagogia, o único grande e avassalador mal a tentar conter e impedir (sem conseguir) o nosso crescimento.
Portanto, comunguemos com nosso visionário Einstein e façamos, cada um, nosso dever de casa, além de, se possível, passar esse nosso país a LIMPO.
Nossa maior crise ainda é a corrupção, a impunidade e a falta de vergonha na cara… da maioria de nossos políticos.

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