Um dos quatro símbolos oficiais da Republica Federativa do Brasil, de acordo com o art. 13 da Constituição Federal é a Bandeira Nacional. Do período Colonial até o final do Império muitas foram as bandeiras históricas a tremular no país.
A Bandeira da Ordem de Cristo, foi solenemente pintada nas velas das dez naus e três navetas que compunham a esquadra de Cabral, testemunhando assim a péssima higiene dos navegadores portugueses e o “achamento” da terra de Santa Cruz. A Bandeira de D. João 3 foi parte nas expedições exploradoras e colonizadoras , bem como da instituição do governo geral na Bahia em 1549. Posteriormente a bandeira do principado do Brasil, com globo e a Cruz da Ordem de Cristo, trazia a Teodósio filho de D João 4º o pomposo título de “príncipe do Brasil”. Com a vinda da Família Real portuguesa para o Brasil em 1808, graças a uma providencial ajuda de um Militar francês nascido na Córsega, comumente associado à figura dos alienados mentais, o pavilhão adotado foi a Bandeira do Reino Unido de Portugal e Algarves.Essa bandeira emblematicamente transformou o Brasil de mera colônia para um co-reino.Na verdade o Brasil tornou-se com isso o único país da América do Sul a ser sede de um Império Europeu.
Na data de 18 de novembro de 1822, com a assinatura de três decretos que foram os primeiros atos do Brasil independente foi regulamentada a utilização da Bandeira Real do Brasil com plantas de café e tabaco, representado as riquezas do reino rodeando uma esfera de ouro com 19 estrelas de prata.Em momento ulterior com acentuada indisposição estomacal, em pleno fim de semana e recusando-se a obedecer às ordens da Corte Portuguesa, D Pedro 1º proclamou a emancipação política brasileira com o clássico brado de independência ou morte.
A concepção da atual bandeira brasileira é de fato uma atualização da antiga bandeira do império idealizada em 1820 pelo francês Jean-Baptiste Debret. Mesmo sem modificações quanto as dimensões e as suas formas, a bandeira oficializada pelo Decreto n° 4, de 19 de novembro de 1889 permanece intacta contemporaneamente , com apenas a inclusão no círculo azul de algumas estrelas representando os novos estados além de alterações pertinentes ao horário que poderiam ser obsevadas , uma vez, que conforme o diploma legal n° 5.443, de 28 de maio de 1968, devem corresponder ao aspecto do céu, na cidade do Rio de Janeiro, às oito horas e trinta minutos do dia 15 de novembro de 1889. A bandeira do Estado do Amazonas foi categoricamente delineada pela Lei n.º 1.513, de 14 de janeiro de 1982 e seu uso foi regulamentado pelo Decreto n.º 6.189, de 10 de março de 1982. Na bandeira amazonense, a reunião do branco, do azul e do vermelho, remonta ao combate dos miseráveis de Canudos com a Policia Militar, sendo que as estrelas heráldicas de cinco pontas simulam a constelação do Cruzeiro do Sul, usualmente utilizadas por outras bandeiras estaduais lançadas com a proclamação da República. No retângulo azul da bandeira do Amazonas constam 25 estrelas em prata,representando o número de municípios existentes em 4 de agosto de 1897 e indicando o momento histórico do embarque das tropas para Canudos. No centro do retângulo azul há uma estrela de primeira grandeza, representando Manaus. Da esquerda para a direita verifica-se a existência de estrelas que representam os municípios de Borba, Silves, Barcelos, Maués, Tefé, Parintins, Itacoatiara, Coari, Codajás, Manicoré, Barreirinha, São Paulo de Olivença, Urucará, Humaitá, Boa Vista, Moura, Fonte Boa, Lábrea, São Gabriel da Cachoeira, Canutama, Manacapuru, Urucurituba, Carauari e São Felipe do Juruá.
Efetuadas essas observações preambulares importantes para melhor comemoração da semana em curso, e sem perder esse sempre desejável e nacionalista ar de aniversário da Independência, que concede aos amazonenses muito mais do que dias extras de veraneio, percebe-se que há algo de estranho na atual Corte. Chama a atenção o estado de algumas bandeiras colocadas nas front

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