A carga tributária brasileira quase que dobrou nos últimos anos, tendo a contraprestação do Estado atingido números caóticos, conforme se constata através da saúde, educação, segurança dentre tantos outros serviços públicos prestados de maneira insatisfatória pelo Governo.
Visando alertar o cidadão brasileiro, acerca do valor pago de tributos, foram criados vários movimentos liderados por contribuintes, pessoas físicas e jurídicas que estão vendo seus negócios caminharem para o insucesso, em virtude da crescente carga tributária e a ineficiência do Poder Público. Dentre os quais destacamos o “de olho no imposto”.
O mencionado movimento, de maneira bastante inteligente e precisa, criou o denominado “impostômetro”. Trata-se de um painel eletrônico que não pára nunca, contando em reais a quantia de impostos arrecadados pelos Governos Federal, Estadual e Municipal.
Hoje os referidos impostos arrecadados pelo Governo chegam ao absurdo número de “1,5 Bilhão de reais” (hum bilhão e meio de reais) por dia. O Brasil tem uma carga tributária de países desenvolvidos como a Suécia e oferece serviços públicos de países subdesenvolvidos. O Brasileiro trabalha cerca de 140 (cento e quarenta) dias no ano, unicamente para pagar tributos.
O “IMPOSTÔMETRO” está instalado no prédio da Associação Comercial de São Paulo, o site www.deolhonoimposto.org.br , que possui várias informações de grande valia para toda população, dentre as quais o conhecimento dos tributos embutidos nos preços de produtos de consumo diários tais como:
Açúcar – 40,5%, Arroz – 18%, Feijão – 18%, Sal- 29,48%, Farinha de trigo 34,47%, Macarrão – 35,2%, Biscoito – 38,5%, Óleo – 37,18%, Café – 36,52%, Margarina – 37,18%, Leite longa vida – 33,63%, Achocolatado – 37,84%, Vinagre – 34,9%, Pão de forma – 19,86%, Maizena – 35,07%, Refrigerante lata – 47,00%, Água – 45,11 %, Cachaça – 83,07%, Shampoo – 52,35 %, Desodorante – 47,25%, Sabonete – 42%, Papel higiênico – 40,5%, Algodão – 35,87%, Pasta de dentes – 35,2%, Absorvente – 35,68%, Detergente – 40,5%, Sabão em pó – 42,27%, Água sanitária – 37,84%, Gasolina – 53,03%, Carro popular – 39,29%, Carro – 43,63%, Casa popular – 49,02%, Conta Água – 29,83%, Conta Luz – 45,81 %, Conta Telefone – 46,65%, Cigarro – 81,68%, Remédio – 36%, Aparelho celular – 41 %, CD – 47,25%, Livro – 23,75%, Caderno – 36,19%, Lápis – 36,19%, Caneta – 48,69%, Papel sulfite – 38,97%, Panela – 44,47%.
O exemplo acima é apenas uma amostra de como o Governo se utiliza do Poder de arrecadar tributos de maneira insaciável, encarecendo os produtos de forma abusiva, atingindo até mesmo aqueles da denominada cesta básica, sem qualquer observância dos critérios que norteiam a instituição de tributos, sejam de direito ou de justiça social, em mais um flagrante de desrespeito a toda sociedade brasileira.

Esta coluna é uma publicação diária e elaborada
pela CDL-Manaus
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