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FAEA 60 Anos

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Sustentabilidade, Inovação e Prosperidade

“Celebrar 60 anos da FAEA é também reconhecer o trabalho e a dedicação de lideranças como a de Muni Lourenço, que vão adiante na abertura dos caminhos que levam a  um futuro onde a agricultura amazônica é sinônimo de sustentabilidade, inovação e prosperidade”

Por Alfredo Lopes – Coluna Follow Up (*)

É preciso revisitar e  aprofundar o conhecimento sobre a trajetória de serviços prestados ao desenvolvimento regional na celebração dos 60 anos da Federação da Agricultura do Estado do Amazonas (FAEA).  Trata-se de uma jornada que pode ser resumida sob o lema “Prosperidade, Inovação e Sustentabilidade na Amazônia”. É essencial destacar os avanços, desafios e o caminho a seguir para uma agricultura sustentável na região. A figura de Muni Lourenço, como presidente da FAEA, é emblemática nesse contexto, representando a liderança e a dedicação necessárias para promover a sustentabilidade e a prosperidade através da defesa, expansão e proteção florestal no exercício da agricultura na Amazônia.

Liderança regional 

Sob a liderança de Muni Lourenço e com a participação de especialistas, pesquisadores e empreendedores, a FAEA conseguiu destacar internacionalmente a capacidade de empreendimento na Amazônia. Cabe recordar a presença da Federação da Agricultura do Estado do Amazonas na Conferência das Partes da ONU em Glasgow, Escócia, em 2021, uma cidade que foi escolhida para ser sede da Conferência do Clima devido ao seu compromisso e trajetória com a sustentabilidade. 

Reflorestamento 

Juntamente com o empresário Sérgio Vergueiro, que recompôs uma área de 4000 ha no município de Itacoatiara com um plantio de 1,5 milhão de árvores de espécies amazônicas, incluindo castanheiras num projeto modelar de reflorestamento. Muni Lourenço foi demonstrar com esse plantio emblemático um testemunho do compromisso da FAEA com a sustentabilidade. O recado é global mas a prática é local e rotineira e nos permite entender e apoiar a agricultura amazônica, um avanço significativo e o reconhecimento da importância de noas práticas agrícolas que respeitem a biodiversidade e promovam a economia local de maneira equitativa e sustentável.

Sérgio Vergueiro e Muni Lourenço 

Desafios permanecem 

Apesar dos avanços, os desafios permanecem substanciais. O setor primário ainda enfrenta uma falta de suporte consistente, tanto em termos de investimento financeiro quanto de atenção política. A necessidade de fortalecer o setor agrícola na Amazônia, promovendo tecnologias sustentáveis e práticas agrícolas que possam coexistir harmoniosamente com o ecossistema local, é um desafio que requer uma ação contínua e focada. E esta é a jornada da FAEA sob a batuta de Muni Lourenço. 

Caminhos e atalhos 

O caminho a seguir implica a implementação de uma abordagem holística para o desenvolvimento agrícola na Amazônia, que inclui investimento em pesquisa e desenvolvimento, com tecnologias sustentáveis e práticas agrícolas adaptadas à biodiversidade única da Amazônia. Isso também inclui o resgate e a valorização dos saberes tradicionais dos povos indígenas, que podem oferecer insights valiosos para a agricultura sustentável. Os atalhos da Ciência, por consequência, costumam clarear saídas e antecipar soluções 

Políticas públicas 

É imperativo desenvolver e implementar políticas públicas que apoiem o setor agrícola, fornecendo infraestrutura, financiamento e incentivos para práticas sustentáveis na produção de alimentos e suplementos. Isso inclui o apoio a pequenos agricultores e cooperativas, fundamentais para a economia local.

Muni prioriza a educação e a conscientização. Para ele,  é crucial ampliar a educação e a conscientização sobre a importância da sustentabilidade na agricultura, tanto para os produtores quanto para os consumidores. Isso envolve a promoção de um maior entendimento sobre o impacto da agricultura no ecossistema amazônico e a necessidade de práticas que garantam a prosperidade a longo prazo.

Cooperação internacional 

Em suas incursões no chamado Primeiro Mundo a FAEA defende a necessidade de Cooperação Internacional. Por isso, é indispensável promover o diálogo e a cooperação internacional, como foi feito na Conferência das Partes em Glasgow, para garantir que a Amazônia e sua agricultura sustentável recebam o apoio e a atenção necessários no cenário global. Celebrar 60 anos da FAEA é também reconhecer o trabalho e a dedicação de lideranças como a de Muni Lourenço, que vão adiante na abertura dos caminhos que levam a  um futuro onde a agricultura amazônica é sinônimo de sustentabilidade, inovação e prosperidade. A jornada é longa e repleta de desafios, mas o compromisso com esses princípios é sagrado para garantir que a Amazônia continue a ser um exemplo de desenvolvimento inteligente, integral e integrado para o mundo.

(*) Esta coluna é publicada às quartas pela quintas e sextas-feiras, no Jornal do Comércio do Amazonas sob responsabilidade do Centro da indústria do estado do Amazonas, e coordenação editorial de Alfredo Lopes, consultor da entidade e editor geral do portal Brasil Amazônia agora.

Alfredo Lopes

Alfredo Lopes

Escritor, consultor do CIEAM e editor-geral do portal BrasilAmazoniaAgora

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