11 de agosto de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Caderno: Follow-Up

INPA, USP e MIT criam o AmIT, um Instituto para soluções  inovadoras em favor da Amazônia

No último levantamento, perto de 500 pesquisas e programas de extensão atuantes na Amazônia foram registrados pela USP. Dessa vez, com a criação da AmIT, Instituto de Tecnologia da Amazônia, uma sigla que mistura Tecnologia, Inovação e Biodiversidade, a expectativa de resultados com excelência se amplia pela mobilização de seus atores.    Por Alfredo Lopes BrasilAmazoniaAgora Nesta quarta-feira, sob a coordenação do cientista Adalberto Luís Val, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, um grupo de pesquisadores expande mais um conjunto de atividades que a Universidade de São Paulo desenvolve na Amazônia. No último levantamento, perto de 500 pesquisas e programas

amazônia

Amazonia: a economia do crime e os incentivos da impunidade   

Por Alfredo Lopes(*) Piratas,traficantes e contrabandistas atuam com desenvoltura na imensidão da Amazônia. Isso já foi dito e repetido à exaustão. Facções do tráfico disputam controle do garimpo, pois a ausência do controle fiscal no comércio de ouro fez desta atividade o recurso contábil mais legal ou legalizável  para lavar os bilhões do narcotráfico. Reportagens da imprensa livre, no país e no exterior, mostram a facilidade que representam a estrutura e funcionamento ao crime organizado na Amazônia, as as dificuldades  do policiamento e fiscalização do tráfico, pirataria, desmatamento, contratando e que tais  na região. Na economia da ZFM, que gera 85% dos negócios

Academia e economia, as duas rodas da viagem amazônica 

“É gratificante saber que o CBA respondeu pelo B do Bio&TIC e que o T foi pilotado pelo Polo Digital de Manaus. Foram fechados muitos negócios, quase 20 mil visitantes, muitos, muitos jovens com expressão aguerrida, determinada, destemida desfilaram suas expectativas para tomar em suas mãos as rédeas de nosso amanhã que já raiou.” Antônio Silva (*) [email protected] Duas Rodas fazem bem ao Brasil e ao Clima, sabia?! Pois é, tive o imenso prazer de conversar com os gestores da Abraciclo, neste 12 de julho, a entidade das empresas que compõem o Polo de Duas Rodas, um dos mais destacados do

Apesar dos bilhões da Indústria, a população do Amazonas padece  de insegurança alimentar 

Por Alfredo Lopes – Coluna Follow-up 08.07.22 É inadiável e vital para a Amazônia Ocidental que se promova a diversificação da economia a partir do polo industrial de Manaus. A economia precisa ser interiorizada e nós já sabemos o que é preciso fazer. Ou melhor: sabemos o que é proibir continuar fazendo. Não faltam recursos, talvez a gestão esteja padecendo de revisão, avaliação e discussão de resultados. Um fio da meada? Quem sabe um pouco mais de transparência e decisões compartilhadas, com certeza. Temos uma fonte de indicadores de desempenho da indústria – disponíveis no portal do CIEAM – que

O Polo Industrial de Manaus será Bio ou TIC em 2073?

A indústria instalada em Manaus será em 2073, o adensamento, a diversificação e a regionalização da Biotecnologia em relacionamento sério com a Tecnologia e a Nanotecnologia desde que tomemos essas trilhas do conhecimento e do empreendimento, suas premissas, condições e viabilidade, em nossas mãos. Alfredo Lopes (*) [email protected] Coluna Follow-up 06.07.22 Uma premonição da hora ou uma provocação a ser sugestivamente levantada no day after da ExpoAmazonia Bio&TIC 2022, encerrada no último dia 03 de julho? Realizado pelo Polo Digital de Manaus e Centro de Bionegócios da Amazônia, com a presença de um puxirum de voluntários e quase 20 mil

ZFM, conversando a gente empreende e avança

Sobre o artigo do Estadão de 27.06.22, *Zona Franca de Manaus em busca de um futuro*, de Horácio Lafer Piva, Pedro Passos e Pedro Wongtschowski,.  Por Petronio Augusto Pinheiro Filho (*) Ainda sobre o artigo publicado no Estadão, no último dia 27, de autoria dos empresários  Horácio Lafer Piva, Pedro Passos e Pedro Wongtschowski, é nobre e justo registrar nosso agradecimento pela reflexão dedicada à economia que dá suporte ao desenvolvimento desta região primitiva e diversificada que precisa da atenção do país. O  artigo *Zona Franca de Manaus em busca de um futuro*, na ótica de três empreendedores respeitáveis e

Bio&TIC, união estável na Amazônia a partir da floresta – Entrevista com Roberto Garcia FPF-Tech

Junho é o mês do calendário Amazônia em que a floresta inicia a celebração de suas festas, por obra e graça de seu viço, vida e fartura que borbulham em profusão. E junho foi escolhido para abrir as portas da hospitalidade Amazonas para a EXPOAMAZONIA BIO&TIC 2022, o maior evento de Bioeconomia e Tecnologia da Informação e Comunicação ja realizado no coração da floresta, um sonho dos Amazônidas e uma vitrine de seus talentos, engenho, empreendedorismo e arte. Representante do T da tecnologia que vai desfilar na ExpoAmazonia, Roberto Garcia recebeu a Follow Up para uma prosa. Confira Por Alfredo

Amazônia, os que aqui vivem e os que ouvem falar daqui

“Estamos falando do artigo publicado nesta segunda-feira, 27 de junho, pelo jornal o Estado de São Paulo, sobre a Zona Franca de Manaus em busca de um futuro. Escrito pelos empresários Horacio Lafer Piva, Pedro Passos e Pedro Wongtschowski, parceiros na gestão da Natura, o texto padece de algumas distorções que precisam ser explicitadas:” Nelson Azevedo – Coluna Follow Up (*) ________________________ Há uma diferença absurda entre a suposição daqueles que avaliam à distância uma realidade qualquer e o depoimento daqueles que vivenciam essa mesma realidade em seu cotidiano. Estamos falando do artigo publicado nesta segunda-feira, 27 de junho, pelo jornal

Amazônia sem lei, sem eira nem beira

“Com a lei, pela lei e dentro da lei; porque fora da lei não há salvação.” Por Nelson Azevedo – Coluna follow-up 24.06.22_______________________ Esta sentença profética de Rui Barbosa, pronunciada em discurso na Suprema Corte há 130 anos, se deu num momento muito delicado do estado de direito na República do Brasil. Ela permanece atual e preocupante em nossos dias, em nossa Amazônia e no Brasil onde as leis costumam ser editadas em profusão e com frequente descaso. Como podemos pensar no futuro se estamos sempre pendurados na insegurança jurídica de nossos empreendimentos e na crescente intromissão/diversificação/expansão da ilegalidade? Pois bem: este

A pandemia que construiu o bem-comum

Por  Luiz Augusto Barreto Rocha 21/07/2020 NOTA DO EDITOR – Hoje é um dia muito importante para a História do CIEAM. Por isso, a Coluna Follow-up vai republicar um artigo – neste 23 de junho de 2022 – que veio a público em  21 de julho de 2020: A pandemia que construiu o bem-comum, de Luiz Augusto Barreto Rocha, ocasião em que foram encerradas as 20 conferências realizadas pelo CIEAM, FIEAM, ELETROS e ABRACICLO para mobilizar inteligências, competências, setores e atores do setor produtivo e da sociedade para enfrentar as sequelas perversas da COVID-19, a pandemia que abalou o mundo e nosso cotidiano. O objetivo: buscar

O IPI e o PGR Augusto Aras: “Não tem cabimento os argumentos da Advocacia Geral da União (AGU) de que o Amazonas é um paraíso fiscal…”

“Temos que ter cautela”, diz Aras sobre a participação de ONGs em colegiados ambientais. O tributarista e ex-superintendente da Suframa, Thomaz Nogueira, compartilhou nas primeiras horas desta terça-feira , 21 de junho, o parecer do PGR Augusto Aras, segundo o qual falta cabimento – leia-se desconhecimento dos fundamentos legais para a economia do Amazonas – aos decretos que inviabilizam o programa Zona Franca de Manaus. Diferente daquilo que as redes sociais governistas que detonaram seus canhões de fakenews para demonizar a bancada do Amazonas, acusando-a de condenar a redução de impostos, o PGR pôs os pingos nos seus devidos lugares,

Zona Franca de Manaus, o mote é priorizar o que nos une

Por Nelson Azevedo  _______________________ Um dos fatores que descrevem a eficácia e a prontidão tecnológica é a conexão entre ações, estratégias e finalidades. É assim que funcionam, igualmente, os organismos vivos no universo macro da biodiversidade da Amazônia e no plano nanobiotecnológico da biologia molecular. Ou seja, a conexão é o xis da questão. E foi essa a ideia-força com a qual iniciamos, ou melhor, enfrentamos o desafio das coordenadorias, tanto entre os diversos segmentos dos polos industriais como entre as diversas entidades de atuação da economia. Estamos convencidos de que este é o caminho da resistência, da consistência fabril de nossa malha produtiva e