21 de maio de 2022

Caderno: Entrevista

Entrevistas

Gustavo Sampaio, da Amazonastur: ‘Será o maior festival que o Estado já viu’

O turismo foi uma das atividades mais afetadas durante a pandemia no Amazonas. As operações pararam em 100%, impactando na vida de milhares de empresas e trabalhadores. Passadas as restrições, o segmento vem agora com força total. O recomeço veio com o carnaval e outros eventos de bumbás em Manaus, impulsionando atividades que atraem grandes públicos, gerando empregos e mais renda à população. Muito antes do fim das restrições, a Amazonastur (Empresa Estadual de Turismo do Amazonas) já vinha definindo estratégias para alavancar o setor com foco no potencial de Parintins, em festas religiosas de outros municípios. E ainda na

Rodrigo Guedes: “quando o Legislativo fiscaliza, o Executivo melhora”

A viagem de David Almeida (Avante) para participar da maratona em Barcelona ainda gera muita polêmica. Repercute negativamente em Manaus e lá fora. Ele viajou acompanhado de uma comitiva que não tinha a menor afinidade com o atletismo, entre eles secretários municipais, além de outros que participaram do evento na Espanha apenas como meros turistas, questionam lideranças. Tantas despesas geraram muita desconfiança. Afinal, mais de R$ 100 mil do município foram destinados para essa aventura esportiva, provavelmente para afagar o ego, e pelo bel-prazer de Almeida, que é maratonista desde jovem, segundo seus críticos acirrados, principalmente o vereador Rodrigo Guedes

Lídia Abdalla: ‘Aprendemos muito com Manaus’

O grupo Sabin é uma referência de liderança e protagonismo feminino no Brasil. Surgiu há 38 anos em Brasília, em 2 de maio daquele ano, pela iniciativa de duas mulheres, focadas no futuro. Agora, está completando dez anos de atuação em Manaus, onde expandiu o seu raio de ação, contando já com 12 unidades, representando investimentos de pelo menos R$ 30 milhões, segundo Lídia Abdalla, CEO da empresa. O Amazonas faz parte do seu projeto expansionista que partiu do Distrito Federal. Começou por aqui, seguindo para Tocantins, Pará, Triângulo Mineiro e Bahia, algo que foi alvo de críticas pelo fato

Ciência busca confirmar conhecimento dos indígenas

Quem nunca tomou um chazinho, à base de ervas, preparado pelas avós ou mães, para tratar uma gripe, uma dor de estômago, ou mesmo problemas mais sérios como infecção urinária, verminose, gastrite e vários outros tipos de infecções? Tais remédios da natureza antes eram facilmente encontrados nos quintais, cada vez mais raros nas cidades, e se não forem pesquisados, será um conhecimento que se perderá com a extinção dessas plantas, além do mais, a flora amazônica apresenta uma diversidade de espécies com potencial medicinal ainda pouco exploradas pela ciência. Diante dessa oportunidade, um grupo de pesquisadores tendo à frente Elzalina