27 de maio de 2022

Caderno: Aniversário da ZFM

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É ridículo o CBA não estar operando

Márcio Holland, professor doutor e pesquisador, coordenou uma equipe multidisciplinar da Fundação Getúlio Vargas (FGV), participantes do Estudo “Zona Franca de Manaus Impactos, Efetividade e Oportunidades”, em 2019. O estudo levantou e analisou indicadores que provaram a efetividade do Programa ZFM a partir de ferramentas econométricas. Holland esteve em Manaus neste mês para um ciclo de palestras e reuniões com lideranças empresariais para alinhar estratégias para a segunda parte do Estudo. Na oportunidade, pontuou em entrevista os principais desafios deste modelo que em 2020 completa 53 anos de sua implementação. Professor na Escola de Economia da FGV, foi diretor de

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Pavimentação da BR-319 é vital para escoamento

Parece que desta vez, sai. A tão esperada pavimentação da rodovia BR-319 deve começar ainda neste ano, segundo o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas. A recuperação da estrada é vital para escoar a produção da ZFM (Zona Franca de Manaus) em direção aos grandes centros consumidores do eixo Sul-Sudeste. Recentemente, Freitas esteve reunido com dois parlamentares amazonenses – o senador Eduardo Braga (MDB-AM) e o deputado federal Átila Lins (PP-AM) – em Brasília, oportunidade em que confirmou a execução das obras. “A pavimentação BR-319 é a grande prioridade do Ministério da Infraestrutura”, voltou a anunciar o ministro Tarcísio Freitas, repetindo

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Pavimentação da BR-319 poderá dar impulso considerável

Caso o governo federal cumpra sua promessa de concluir a pavimentação da BR-319, a nova rota fará cair, a menos da metade, o tempo de transporte entre as regiões fornecedoras de insumos industriais e os principais destinos dos bens acabados no Polo Industrial.  Ganhos substanciais para a competitividade dos produtos da Zona Franca de Manaus (ZFM).   Desde março de 1976, quando foi inaugurada, a estrada continua inacabada, dos seus 885 quilômetros que ligam Manaus a Porto Velho (RO), apenas 407 quilômetros tem pavimentação, falta asfalto em cerca de 478 quilômetros, conhecido como Trecho do Meio, entre os quilômetros 177 a

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Brasileiros e estrangeiros na busca por diversos idiomas

Quando os primeiros cursos de línguas começaram a surgir em Manaus eram ministradas apenas aulas de inglês, tanto que eram conhecidos como cursos de inglês. Hoje, passadas algumas décadas, são cursos de idiomas, pois precisam atender à crescente quantidade de interessados tanto de brasileiros querendo aprender principalmente ainda o inglês, quanto os estrangeiros que não param de chegar, muitos deles com empregos no Polo Industrial de Manaus necessitando urgentemente aprender o nosso idioma. O Wizard, cujo nome é em inglês, se notabilizou por ensinar esse idioma, mas em sua unidade no D. Pedro II, ministra aulas de espanhol, francês, italiano,

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Mineração irregular pode ser uma ameaça

A exploração de gás natural e de petróleo no Amazonas, desponta como a tão sonhada, “alternativa” econômica a Zona Franca de Manaus (ZFM). Há décadas essa atividade fortalece Coari e, o gás natural da reserva de Urucu gera grande parte da energia consumida em Manaus. Em Tefé, a petrolífera russa Rosneft, trabalha para transformar o gás em energia elétrica, para abastecer o Amazonas e outras regiões brasileiras. Desde outubro passado, a empresa Eneva iniciou em Itapiranga e Silves, no Médio Amazonas, obras para explorar o gás do Campo Azulão, destinado a produzir energia para abastecer Roraima, dependente atualmente da Venezuela. 

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A tarefa de ampliar os horizontes econômicos

Desenvolver a economia da região Amazônica em diferentes polos econômicos. Essa é uma das premissas do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico de Manaus (Codese Manaus), criado em 2018 com o objetivo de ampliar as vertentes econômicas e oferecer alternativas para diversificação do modelo Zona Franca de Manaus. Responsável por até 80% da economia da região, o polo industrial de Manaus possui atualmente cerca de 83 mil empregos gerados e tem gerado faturamento de R$ 100 bilhões por ano, de acordo com a Suframa. Esses números devem ser ainda mais expressivos com as metas do Codese em execução, que

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Sucesso da culinária amazônica no distrito

Restaurantes e hotéis que surgiram, ou surgem, no Distrito Industrial são todos focados em atrair os milhares de funcionários (atualmente cerca de 90 mil) que trabalham nas quase 500 indústrias do PIM. “Quando inaugurei a Ki Peixe, há oito anos, foi pensando em ter como clientes os funcionários das empresas das redondezas. Todo mundo que abre algum empreendimento aqui sabe do potencial de gastos dos funcionários do Distrito”, informou Said José Lasmar, proprietário da peixaria Ki Peixe, no porto da Ceasa. “Praticamente não recebemos estrangeiros na Ki Peixe, em compensação vem gente aqui de todo o Brasil: São Paulo, Rio,

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Mineração e a floresta amazônica

A despeito de sua imagem de Eldorado, o Amazonas ainda é um imenso desconhecido para quem quer investir em produção mineral, dificultando que a atividade ganhe ritmo e extensão por aqui, seja em terras indígenas ou não. Em paralelo, as aposentadorias crescentes e concursos ausentes nos órgãos de proteção ambiental trazem o risco de um apagão nos licenciamentos e, pior, a ocorrência de acidentes. A avaliação é do ex-secretário estadual de Mineração e Recursos Hídricos do governo Omar Aziz (2011-2015) e ex-superintendente da CPRM (Serviço Geológico do Brasil), Daniel Nava. Geólogo, analista ambiental e professor, ele acrescenta que o Estado

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Polo Digital deve gerar economia de R$ 40 bilhões

Com 53 anos desde a sua fundação, a Superintendência da zona Franca de Manaus – Suframa tem, ao longo de sua existência gerado emprego e impulsionado a atividade econômica na Região. Com o fôlego de vida da autarquia garantido pelo menos até 2073, se intensifica a discussão entre empresários e entidades do setor de complementar e diversificar o modelo econômico. Dentre as alternativas para isso, o Polo Digital de Manaus é uma saída já começa, aos poucos, a redesenhar o cenário, segundo especialistas. De acordo com o Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico da Manaus – Codese, o polo

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Fieam projeta cenário positivo no ano

A Fieam (Federação das Indústrias do Estado do Amazonas) ressalta a retomada do crescimento econômico, principalmente agora em que os últimos indicadores da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus) apontam uma boa alavancada nas atividades das empresas aqui instaladas. Com bons índices alcançados em termos de produção e vendas, os polos eletroeletrônicos e de duas rodas mantêm o otimismo do empresariado que vislumbra novos patamares de competitividade de seus produtos nos mercados interno e externo. O empresário Antonio Silva, que preside a Fieam, projeta um cenário econômico mais positivo ao longo de todo o ano e avalia que a

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Suframa retoma autonomia aos poucos

O presidente do Cieam (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), Wilson Perico, avalia que a Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus) vem cumprindo com bom desempenho o seu papel de gerenciar as atividades do parque industrial do Amazonas. Para ele, a autarquia resgata a sua autonomia e se mantém afinada com atual governo do presidente Jair Bolsonaro. Segundo o empresário, a Suframa teve uma atuação preponderante em vários momentos em defesa do PIM (Polo Industrial de Manaus) principalmente durante o governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso quando a arrecadação da autarquia foi contingenciada. E, a partir daí,

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Concentrados têm maior taxa de importação do Amazonas

Às voltas com o ziguezague em sua alíquota de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) nos últimos dois anos, e com efeitos negativos em seus resultados, o polo de concentrados não é classificado propriamente como um segmento industrial pela Suframa. Mas é, de longe, o braço industrial do PIM com maior índice de interiorização, além de ser a linha de produção com maiores taxas de exportação do Amazonas.  Dados do governo federal, disponíveis no portal Comex Stat, informam que as “preparações alimentícias” lideraram as vendas externas do Estado em janeiro (US$ 9.33 milhões), embora tenham amargado recuo de 35,61% em relação