8 de dezembro de 2021
É Servidor Público Federal Aposentado
É Servidor Público Federal Aposentado

Ubaldino Meirelles

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“TRAVESSIA, os 130 anos dos Assayag em Parintins”

Em princípio, desejo agradecer o honroso convite para o lançamento do livro “TRAVESSIA – Os 130 anos dos Assayag em Parintins”, ocorrido no último dia 28 de junho, à margem do Lago do Macurani, lugar onde se vislumbra os mais belos panoramas da natureza da Ilha Tupinambarana. Infelizmente não pude comparecer em razão de uma forte virose que me deixou acamado durante uma semana. Justamente no Festival Folclórico, penso até que a ausência da minha torcida no Bumbódromo fez com que o Garantido perdesse este ano (rsrs). Passada a virose, visitei o Simão e sua esposa, sendo muito bem recebido

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Vereador destaca situação grave em Parintins

Tomei a iniciativa de escrever este pequeno artigo nas páginas centenárias do Jornal do Commercio, o nosso JC, influenciado pelo pronunciamento do vereador Marcos da Luz, na sessão do último dia 23 de abril. A estatística divulgada pelo IBGE para Parintins, exibida pelo vereador, é chocante e decepcionante. Mostra, claramente, que está tudo errado, que devemos refletir o que já fizemos até aqui, mudar de estratégia, de plano, de ação. Acompanho, pela imprensa, pelos blogs e sites da Ilha Tupinambarana, as notícias da minha terra. E nos meses de junho e julho, enquanto tiver saúde, vou até minha terra torcer

“Praça do COMUNA’S pode sumir”

Em 21 de junho de 2015, três anos atrás, Larice Butel e Camila Batista, da equipe “Folha de Parintins”, publicaram esclarecedora e preocupante matéria com o título “Praça do Comuna’s pode sumir”. Passou o Festival de 2015, 2016, 2017 e já estamos próximos da festa de 2018 e nenhuma providência foi adotada pelo Alexandre, ex-prefeito, nem pelo Bi Garcia, atual prefeito, para recuperar o muro de arrimo da rua Caetano Prestes que está sendo levado pelas águas barrentas do nosso rio Amazonas, justamente onde está localizada a Praça, que não é só do “Comuna’s Bar”, mas do “Buteco Du Verçosa”

Aposentado tem que provar que está vivo. Um absurdo!

Em fevereiro passado, novamente levei minha esposa até a agência do Banco do Brasil para comprovar que ela estava viva. Isso também acontece anualmente comigo e, acredito, com todos os aposentados do Brasil. Em síntese, se o aposentado não quiser ter seu dinheiro da aposentadoria bloqueado tem que adotar esse procedimento. Isso não está correto, é inaceitável e demonstra total falta de sensibilidade e de controle por parte do governo federal com os “velhinhos” que já não estão com tanta saúde para fazer essa peregrinação até a agência bancária. E tem mais, ainda tivemos que voltar ao Banco do Brasil,