3 de dezembro de 2021
Economista, Engenheiro, Administrador, Mestre em Economia, Doutor em Economia, Pesquisador, Consultor Empresarial e Professor Universitário: [email protected]
Economista, Engenheiro, Administrador, Mestre em Economia, Doutor em Economia, Pesquisador, Consultor Empresarial e Professor Universitário: [email protected]

Nilson Pimentel

O sistema econômico em crise

Como Economista e pesquisador tenho conhecimentos para saber e dizer, que nunca será fácil uma sociedade conquistar o progresso, o crescimento e o desenvolvimento econômico, notadamente, quando os todos os fatores, internos e externos, apresentam cenário desfavorável, como ocorre nessa pandemia do COVID-19. Quando esse cenário é prevalente, o desemprego, a pobreza e a fome grassam no tecido social, quebrando as esperanças e as expectativas sociais, quando os mercados relutam sem equilíbrio, com aumento de desconfiança de investidores (desinvestimento e desindustrialização) e de consumidores e a sensação de fracasso total. Atualmente, não se vê como será revertido esse imenso desemprego

Há distância da integração

Lamentável e incompreensível, quando se trata dos Estados do Amazonas e Roraima dessa imensa Região Norte na integração nacional, o sentimento que todos amazonenses sentem com tamanha discriminação, mais longe e distante se fica no trato oficial de integração, motivos políticos, imprensa de pena paga parcial (que o diga o Economista e Escritor Osíris Silva que sofreu tamanha indignidade pela Revista VEJA e repórter Eduardo Gonçalves), poderosos lobbys e interesses escusos com esta imensa e riquíssima região. Antigo Projeto de Integração Nacional, a BR-319 foi aberta e construída entre os anos de 1968 e 1973, tendo seu asfaltamento concluído às

Insegurança & incerteza

Realmente, se está a vivenciar tempos de incertezas. Mudanças, nem sempre são positivas ou favoráveis, além  dessa pandemia COVID-19, a sociedade se encontra atônita com todo esse processo de politização que se encontra esse processo de combate da pandemia, e em cheque de uma democracia enfraquecida, corroborando para isso, um judiciário que se arvora “soberanos deuses”, provocando instabilidade jurídica no país, num espaço político confuso, fraco, acovardado frente às necessidades mais prementes de uma Nação empobrecida por decisões errôneas de governos, federal, estadual e municipal, quanto ao que o POVO necessita e precisa nesse momento que se vive. Esse é

Pobreza e desigualdade

Nesta semana fui questionado sobre alguns temas diante da situação real que a vida nos impõe atualmente, Inclusive pela passagem do aniversário de 54 anos do projeto ZFM, a desgovernança pública estadual, parece que nada tem planejamento nesse estado, o aumento do custo de vida, o aumento da pobreza e desigualdade, ameaças reais à Zona Franca de Manaus (ZFM)/Polo Industrial de Manaus (PIM), a enchente na Amazônia, os aumentos dos combustíveis, as privatizações, a queda nas arrecadações estadual e municipal, o auxílio emergencial, o endividamento das famílias, a economia liberal ou neoliberal, a inflação, a taxa juros (Selic), vejam que

E o amanhã? O que esperar para o Amazonas

Tudo isso que estão passando as sociedades do mundo é como fosse uma parada brusca do trem civilizatório, para que os sistemas acordassem e redirecionassem seus caminhos para reordenação desses sistemas. Principalmente o sistema econômico que organiza a sociedade em termos de consumo que satisfazem as necessidades primárias do ser humano que a compõem, criam empregos para a mão de obra e gera renda. E, para os pesquisadores do Clube de Economia da Amazônia  (CEA) os sistemas econômicos dos diversos países do mundo apresentam uma heterogeneidade e diversidade de base os quais tornam-se complementares entre si. Também, apresentam características semelhantes

Tempos Atuais: Desafio Desenvolver o Amazonas

Como em uma percepção surreal, com a pandemia COVID-19, se vive tempos de incertezas e de mudanças, porém não se acredita que isto possa alterar uma realidade cruel, pois não existe evolução dentro de vácuos de certeza. Contudo, se vê mudanças forçadas em decorrência dessa pandemia, nas questões sociais, no isolamento social, na medicina, nos procedimento médicos, no lockdown, no consumo das famílias, nos mercados, na renda, no mercado de Trabalho, na oferta, no Sistema Econômico e na tecnologia com as inovações gerais.  Nesses tempos atuais a sociedade assiste com total incapacidade e impotência o sangramento do sistema econômico arrastado

Amazonas – um desastre anunciado

Como não poderíamos deixar de tratar o caso da Saúde Pública no Amazonas!!! Contudo, como economista pesquisador do Clube de Economia da Amazônia (CEA), se trata a dimensão econômica que tem a Saúde no sistema capitalista é algo muito relevante, pois possui uma cadeia de produtos imensa e variada em capilaridade industrial e em importância econômica, assim como, uma cadeia de valor intangível que se reputa de uma forma imensurável na vida da pessoa em sociedade . Sem embargo de outras conotações ou de interpretações lógicas ou no senso comum, o que acarreta um peso valioso, além do que, é

O futuro da economia – o 6º ciclo

E agora? 2020 passou, o quê representou para você? A pandemia do COVID-19 antecipou tendências e agravou a crise econômica mundial. O que nos reserva o futuro? Nossas reflexões poderão alterar o futuro que se almeja? O que será do emprego? Home office? Emprego remoto? Existirá aposentadoria, ainda? O que faremos, então? São tantas as incertezas, que tornam nossas reflexões tão importantes que nos leva da realidade crua à utopia “exequível” nesse imponderável tempo incerto. Guerras, inimigos invisíveis, fim acelerado das energias de combustíveis fósseis, superpopulação, saturação dos recursos naturais do planeta, o aumento do Coᴤ na atmosfera, e a

2021 – o ano da esperança

Ufa! 2020 passou, ninguém nunca imaginou viver uma pandemia dessa, só na ficção científica, de repente tudo parou! cidades paradas, ruas esvaziadas, desemprego, muito desemprego, muita gente passando fome, pobres mais pobres, mortes, muitas mortes, planos cancelados e o fim dos abraços. Foi aquele impacto, depois, sem saída, a “compulsory acceptance“, e agora o aprendizado! houve aprendizado? Chegou 2021, hora de repensar as metas e planos, pensar no futuro, olhar para frente!!! força para almejar o que mais se busca de importante e reavivar as esperanças!!! Para onde iremos depois que o isolamento social – fique em casa – acabar?

2020 – o ano do medo

Para os Economistas, além da crise sanitária de saúde pública, o que si tem visto são impactos graves sobre o sistema econômico mundial, tendo como repercussão maior em economias nacionais como no Brasil. Essa pandemia certamente trará marcas profundas nessas gerações que estão vivenciando a crise e por muito tempo ainda será objeto de discussões em Academias e centros científicos. Efeitos das decisões políticas de governos para conter a propagação do vírus – COVID-19, se deu o lockdown, o isolamento social, não as aglomerações, fiquem em casa, mortes, muitas mortes, o fechamento e paralisação das atividades econômicas não essenciais, perda

A pobreza

Neste fatídico ano de 2020, com a pandemia da COVID-19, muito pouco a grande mídia tem focado na questão da pobreza, acelerada por todos mecanismos de controle social, paralização das atividades econômicas (produtivas, comerciais e de serviços), quarentena social. Por outro lado, as pessoas não se tem chocado mais com a realidade que se vive, como a extrema pobreza, pois não parece que afeta suas vidas, mas, não é a realidade que os cerca. E, para piorar a situação, a grande mídia e os opositores ao Governo Federal preferem dedicar tempo desnecessário a noticiários sobre a politização da pandemia e

Desigualdade e pobreza – Parte 1

É com alto grau de incertezas que se chega ao último mês de um ano fatídico, maléfico, talvez tenha sido um dos piores anos de nossas vidas, que deixou a vida bem diferente daquilo que havíamos experimentado até então!!! Não existe um outro normal, a sociedade teve acentuado graus de perdas na sua qualidade de vida, se alargou as desigualdades e aumentou a pobreza em geral e a extrema pobreza. Como economista, se sabe que a humanidade não alcançará a igualdade social e nem se verá o fim da pobreza, no sistema econômico capitalista. Há de ressaltar que, mesmo em