16 de janeiro de 2022
Professora
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Marluce Portugaels

Um Presente para Mamãe

Nas proximidades do Dia das Mães, nossa Caixa de Mensagens enche-se, diariamente, com propaganda de lojas anunciando o presente ideal para nossa mãe. Com o passar dos tempos, nota-se que as ofertas de presentes evoluíram, de simples utilitários para objetos sofisticados, e que, apesar de as lojas ainda caírem no esquema do presente doméstico da linha branca, tais como, geladeira, máquina de lavar e outros, objetos modernos vêm se ajuntar. E é um tal de enviarem ofertas de notebooks, tabletes, aparelhos de DVD, as quais fazem acreditar que o prestígio intelectual de nossa mãe subiu na opinião dos marqueteiros.  O

Mulher Interada

Março, mês da Mulher! Mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher! E por que um dia especial para homenagear a mulher? Existe um Dia Internacional do Homem? A resposta parece ser, Não! Por que, então, um Dia da Mulher? Não têm ambos os mesmos direitos e deveres? Em tese, sim, mas, na prática, sabemos que não é bem assim. Reflitamos sobre isso. Um retrospecto da trajetória da mulher, no Brasil, nos revela que a mulher só teve direito à educação formal em 1827 e só acedeu às instituições de ensino superior em 1879. O direito de votar,

A Casa Sete – Parte 2

E por falar em missa, a grande tristeza de Madrinha, quando nos mudamos para o Jardim Haydéa, foi a ausência de igreja perto de casa. Na Japurá, vivíamos nas biqueiras da Igreja do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora. No Jardim Haydéa, situado numa parte da cidade ainda pouco desenvolvida, cujo acesso se fazia por um caminho íngreme que se chamava Rua João Alfredo, precursora da poderosa Av. Djalma Batista, só tinha água e mato. No lugar onde hoje é o Amazonas Shopping, havia um maravilhoso bosque de castanheiras que o chamado progresso destruiu. Onde, hoje, é o Plaza Shopping havia o

A Casa Sete – Parte 1

No início, a Casa era modesta. Uma casinha toda branca com janelas de madeira, envernizadas. Telhado vermelho. Um jardinzinho na frente e um quintalzinho atrás. No jardim, mamãe cultivava as suas plantas e suas flores. No quintal, ficavam as tralhas que não podiam ser guardadas dentro de casa. Havia um camburão sempre cheio d´água da chuva, que escorria do telhado por uma bica que papai fabricou. Era para suprir as necessidades domésticas quando faltava água corrente. E isso acontecia com frequência! Houve uma época em que o quintal até abrigou uma criação de coelhos de nosso irmão caçula. Foi lá

O Prefeito e a Cidade

Estamos em novembro, do ano da graça de dois mil e vinte. Época das eleições municipais no Brasil. No grande irmão do Norte, a eleição é para Presidente. Presidente dos Estados Unidos da América. Lá, a contagem de votos complicou, e a coisa ainda está rolando numa das maiores democracias do mundo. Aqui, as coisas foram mais tranquilas, pois não houve contestações de prefeitos, nem pedido de recontagem de votos. O primeiro turno transcorreu quase sem incidentes, deixando alguns candidatos a prefeito, especialmente os da capital, ainda a sonhar com o honorável cargo. Conforme foi explicado em artigo precedente, a

O cidadão e a política

As pessoas, em geral, e muitas vezes com justa razão, reclamam dos políticos. Que são corruptos, que não têm compromisso com os eleitores nem com os cargos para os quais foram eleitos. E por aí vai. Em vista disso, essas pessoas também desenvolvem uma espécie de fobia da política. Não querem se envolver, mas passam o tempo a bradar aos quatro cantos que não confiam em políticos, nem querem saber de política. Se pensarmos bem, temos de concordar que quem se posiciona assim não está fazendo sua parte na sociedade em que vive. Sim, porque o homem é um ser

Ao Velho Centro, Com Carinho!

Falar sobre o Centro de uma cidade, principalmente se é a nossa cidade, é assunto delicado. Sim, porque mexe com sentimentos, mesmo que pretendamos ser objetivos. Não é por acaso que o Centro é o coração da cidade.  No livro de Heródoto Barbeiro, “Meu Velho Centro”, contam-se “histórias do coração de São Paulo”, espraiadas em fases da vida do autor, começando com “Batismos”, avançando com “Infâncias e Juventudes”, “Roteiro Sentimental”, “Idade da Ação”, “Idade da Razão”, alongando-se em “Outras Dimensões do Centro Velho” e, concluindo com uma “Cronologia Histórica de São Paulo”. As imagens apresentadas são bonitas e significativas, e

Uma história de Anjo

Não sei se foi um sonho. Ou uma visão. Era noite alta. Perdi o sono pensando na conversa que tivera com meu amigo sobre a existência dos Anjos. Conversa como sempre inacabada. Eu, querendo crer. Ele, duvidando. Finalmente, voltei a dormir. Foi quando aconteceu uma coisa extraordinária. Vi à minha frente uma jovem pessoa. Poderia ser um mancebo. Mas isso não tinha importância. Era uma linda criatura. Parecia um ser andrógino, como os anjos da capela do colégio em que estudei quando criança. Ele não era loiro como geralmente são os anjos, e sim de tez morena e cabelos negros,

São João disse, São Pedro confirmou…

São João disse, São Pedro confirmou…

Junho é um mês mágico. É a cara de nossa infância! É quando finda o primeiro semestre, com as escolas ostentando aquele ar festivo, miríade de sons, cores, sabores, odores da época. É o prenúncio das férias escolares, merecidas para quem obteve bons resultados na escola. É quando o sagrado e o profano se encontram no recinto das igrejas e nos terreiros das casas. É quando as famílias se reúnem para celebrar os santos do mês, Santo Antonio, São João, São Pedro, com novenas, arraiais, simpatias, guloseimas, fogueiras, fogos de artifício. “São João disse, São Pedro confirmou que haveremos de

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Dia Mundial do Livro

São homenagens simples, mais ou menos recentes, mas merecidas, a esse objeto que nos tem entretido

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Mãe Guerreira!

Basta ir ver a Mamãe e tudo começa a parecer mais fácil

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Nosso planeta é azul

Sozinhos ou não no universo, o certo é que herdamos um lugar lindo para viver