3 de dezembro de 2021
Advogado, professor e consultor
Advogado, professor e consultor

Luiz Castro

Aliança

Desde o início da pandemia de coronavírus, a FAS – Fundação Amazônia Sustentável articulou uma aliança de parcerias que já envolve mais de 110 instituições parceiras, comprometidas num trabalho de cooperação voltado para o enfrentamento da Covid 19 no estado do Amazonas, com prioridade para o apoio de comunidades ribeirinhas e aldeias indígenas, mas também com ações de apoio à segmentos vulneráveis de Manaus e de diversas cidades do interior. A denominação dessa conjugação de esforços, de origem não governamental, mas que conta também com a integração de diversas instituições públicas que atuam na área de saúde  é “Aliança dos

“Fundo de solidariedade”

Estamos no meio da maior crise por que já passou no estado e o nosso país pelo menos nos últimos 50 anos. Saúde, economia, sociedade, política. Vidas humanas que precisam ser protegidas! A pandemia de coronavírus acentuou as desigualdades sociais, que foram amenizadas pelo auxílio emergencial que o Governo Federal providenciou pagamento até dezembro passado. Ocorre que a chamada segunda onda de Covid chegou antes da vacinação ser garantida para a maioria dos brasileiros. E no Amazonas foi muito mais do que uma onda, um verdadeiro tsunami, com epicentro na nossa sofrida capital, que no período de 30 dias sofreu

Esperança e ação

Esta semana representou uma das páginas mais trágicas da história do nosso estado. Feridas profundas demorarão a ser curadas e cicatrizadas. Alguns sofreram- estão sofrendo mais – mas de modo geral, afora os psicopatas e outros insensíveis – trata-se de um grande sofrimento coletivo, iniciando pela morte de familiares, amigos e conhecidos, mas também perpassando pela angústia do medo, da incerteza, do isolamento, da aparente falta de perspectivas. Sem falar daqueles a quem já estão faltando recursos para adquirir o “pão nosso de cada dia”. A falta de oxigênio em diversos hospitais e outras unidades de saúde foi o fato

Ano de travessia

Pensei em iniciar minha contribuição para os leitores do Jornal do Comércio com o título “Perigos do Ódio”, mas preferi optar pelo viés da esperança neste início de ano. Já que em 2020 fomos sobrecarregados de notícias ruins, acredito que precisamos nos alimentar de perspectivas positivas para 2021, que será, acredito, um ano de transição entre as dores acentuadas da crise da “epidemia” – doenças, sofrimento, mortes, medo, solidão, desemprego, falências e tantas outras – e o início de um novo ciclo, de enfrentamento e de superação das mazelas.   Constato que a maioria de nós sofreu e chorou com as