Só justificar e reclamar nao resolve. As forças internas e as soluções nas organizações

Na economia em geral falasse da mão invisível. Nas organizações de forças internas. Estas quase sempre são utilizadas para prejudicar e atrapalhar as pessoas e os profissionais. Até podemos evitar este mal, mas, aparentemente, muitas vezes, não se possui vontade em resolvê-lo ou mesmo não se administra do modo que se deveria. Temos que ter um muito cuidado e melhorarmos nossa visão estratégica. A proatividade e a resiliência nas ações possibilita a criação de formas internas benéficas o que pode possibilitar até mesmo oportunidades novas para todos os componentes das organizações. Isto não é tão fácil, todavia é o melhor a se fazer para o sucesso de uma empresa, evitando as justificativas e as reclamações dos envolvidos e abrindo espaços para a participação ativa, a resiliência, a criatividade e a inovação nas organizações.

Nas organizações encontramos um processo sempre em andamento buscando o melhor equilíbrio entre rentabilidade e despesas. Para entendermos melhor podemos dizer que a busca de produtividade e do destaque das pessoas são, quase sempre, barrados por forças internas que nada mais são do que a união de algumas pessoas/profissionais para prejudicar uma única ou um pequeno grupo a fim de tolher iniciativas que possam pôr em risco a continuação da hegemonia de poder já existente. Quem perde com isso? Certamente a empresa e todos os envolvidos que fica nas mãos, quase sempre, de pessoas inteligentes, porém que não possuem a preocupação com o coletivo e nem a competência devida para aqueles cargos que estão. Se isto está lhe lembrando alguma situação já presenciada não é mera coincidência.

Para buscarmos um melhor equilíbrio e reduzir significativamente as justificativas sem planos de melhoria e as reclamações constantes que se desenvolve no interior das organizações devemos utilizar a proatividade e a resiliência. Buscar articulações é necessário para transformar a realidade e para a busca de um equilíbrio real no que diz respeito a oportunidades para todos. Sabendo realizar tal processo conseguiremos transformar a força interna negativa e utilizá-la para beneficiar a organização. Hoje temos problemas quando não conseguimos administrar de modo produtivo as relações interpessoais dentro da organização. É necessário o domínio dessas relações, pois, assim criamos oportunidades reais no âmbito profissional e levamos como consequência a empresa ao aumento de sua rentabilidade.

Certamente se conseguirmos perceber que as forças internas nas organizações, quase sempre, são utilizadas para o mal, prejudicando algumas pessoas com maior potencial, poderemos fazer com que a empresa evite prejuízos financeiros irrecuperáveis. Precisamos ter esta consciência e assim trabalhar o relacionamento interpessoal, o engajamento e o desenvolvimento profissional dentro da empresa, pois, o acelerado progresso e a necessidade de velocidade em tudo que fazemos, pode nos afastar das pessoas e focarmos em resultados apenas, ocasionando um grave problema que é esquecer que o que faz a diferença são as ações das pessoas. Estas possuindo em sua estratégia o bom relacionamento humano, o engajamento e seu desenvolvimento utilizarão esta força interna transformando-a em grandes oportunidades profissionais para todos fazendo o pensamento coletivo ser além de uma prioridade, uma realidade.

Vamos refletir sobre isto?

Flávio Guimarães é Mestre em Engenharia de Processos pela UFPA, Diretor da Guimarães Consultoria e Treinamento Empresarial Ltda., Diretor de Educação da ABRH, Administrador de Empresas, Especialista em Empresas Públicas e Privadas, Pós Graduado em Gestão Estratégica de Negócios, Consultor Empresarial, Pós Graduado MBA Gestão e Docência do Ensino Superior, Professor Universitário (Estácio Amazonas), articulista do Jornal do Commercio e da Amazon Play TV digital e Coordenador de MBA Executivo e dos Cursos de Logística, Qualidade e Recursos Humanos e do LPG – Laboratório de Práticas em Gestão da Faculdade Estácio do Amazonas.

E-mail: [email protected], [email protected]

Jornal do Commercio de 18.07.2023.

Compartilhe:​

Qual sua opinião? Deixe seu comentário