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Para o bem de sua carreira: não seja prolixo!

Saber se comunicar bem é uma regra básica para ter uma carreira promissora.
Comunique-se bem. Independente do cargo ou setor de atuação, saber se expressar de uma maneira objetiva e clara é essencial para emplacar ideias, convencer clientes e, principalmente, liderar.

Mas, atenção, comunicar-se bem não é sinônimo de falar demais. E é exatamente nesta confusão que estão alguns dos mais sérios pecados corporativos. Seja por falta de bom senso ou por questões de personalidade, muitos profissionais dão corda demais para a mania de ser prolixo e, acabam, colocando a própria carreira em risco.

Vamos aos riscos de ser prolixo e como evitá-los? Mesmo quando falar demais faz parte da sua personalidade…

Risco 1: Ganhar o título de arrogante
Quem fala demais, geralmente, peca por não ouvir os outros. Você só consegue entrar na conversa quando a pessoa para pra respirar. E olha lá, pois nem sempre dá tempo.
Por isso é comum pessoas prolixas serem consideradas arrogantes e, no pior dos cenários, muito (mas muito mesmo) chatas. Por não ter papas na língua, quem fala para além da conta corre o risco de soltar coisas que não deveria, além de vangloriar-se.

Risco 2: Ganhar o título de inconveniente
Por não estarem atentos às outras pessoas, alguns prolixos tendem à uma síndrome de falta de tato crônica. Este problema é materializado em tratar de assuntos indevidos em ocasiões impróprias e, principalmente, ocupar demasiadamente o tempo de terceiros.
As gafes se tornam inúmeras: pecar na falta de discrição, fazer piadas de mau gosto e fazer algumas fofocas, entre outros.

Risco 3: Perder o espaço
A consequência para esse tipo de comportamento é até óbvia: em alguns cenários mais assustadores, ser prolixo pode sim custar seu sucesso profissional. E, neste caso, sua qualificação nem sempre falará mais alto.

O bom profissional tem foco. Sabe o que dizer e quando dizer. No mundo corporativo, as pessoas querem soluções eficientes em menor tempo.

Fato que garante alguns pontos negativos para quem não consegue vislumbrar o mundo de uma maneira mais objetiva. O profissional perde o crédito. O cliente pode sentir que está sendo enrolado.
Numa entrevista de emprego, ser prolixo pode custar sua permanência no processo seletivo, e durante uma apresentação, pode custar-lhe perder a vaga.

Como evitar ser prolixo
Ouvindo: O conselho de avó pode até ser clichê, mas é valioso para essas horas: todos têm dois ouvidos e uma boca. Se você integra o grupo dos que sempre protagonizam um diálogo, uma dica: fique atento às perguntas do seu interlocutor. Se ele parar de questionar (ou pior, falar), cuidado. A pessoa fala e fala, mas não leva em consideração se o outro está gostando da conversa. Por isso, a primeira lição para toda pessoa que perde o limite na hora de se comunicar é simples: ouça, ouça e ouça.

Diferenciando-se: É essencial também diferenciar os tipos de relacionamento que você nutre no trabalho. Lembre-se: uma coisa é amigo (e o tipo de assuntos que podem ser tratados com ele), colega de trabalho é outra história. E traçar esse limite é fundamental para ter foco na hora de se comunicar no trabalho. Você até pode ter amigos no trabalho, e é bom que tenha. Mas nem todos serão seus amigos. Com o colega de trabalho, você deve compartilhar apenas assuntos relativos ao planejamento da empresa.

Não tendo medo do silêncio: O silêncio, principalmente entre desconhecidos, pode incomodar, e muitas vezes, apavorar. Mas isso não pode ser justificativa para dar cordas para a própria língua e falar coisas que não deve. Quando o silêncio apavorar e desconectar, o melhor antídoto é permanecer quieto. E esperar o outro.

Focando que é urgente e importante: Planejamento deve ser palavra de ordem para qualquer profissional. E isso se aplica também a todos os diálogos que você precisa liderar. Transforme o que tem que ser dito em frases objetivas.

Boa semana!
Fiquem com Deus!

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