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O leitor, o livro e o escritor

A parte mais importante de um livro é o leitor. É para ele que o escritor investe todas as suas energias, todo o seu pensamento, toda a sua força, toda a sua imaginação, toda a sua criatividade, toda a sua vida.

O leitor é a razão de ser de qualquer escritor, de qualquer livro. Sem leitor o escritor não se torna conhecido e o seu pensamento, as suas ideias, acabam sendo deixados de lado ao longo do tempo.

A função de um escritor não é apenas de ser um observador atento da realidade, dos acontecimentos do mundo e transformá-los em poesia, em contos, em crônicas, em artigos, em teses, dissertações, enfim, em literatura. 

Os escritores existem para amplificar os nossos conhecimentos essenciais acerca da vida, dos acontecimentos, sejam eles abstratos, teóricos ou práticos; eles existem para tornar o mundo mais belo.

E para demonstrar essa parceria entre o leitor, o livro e o escritor, seguem algumas mensagens que recebi dos meus leitores sobre o meu novo livro: “Filhos da Quarenta A esperança de viver novamente”.

A primeira mensagem vem de uma leitora de Barbacena, Minas Gerais. Ela me escreveu dizendo: “Eu comprei o livro do professor Luís Lemos, em primeiro lugar, pela temática abordada, em segundo lugar, pela capa. Achei, realmente, a capa interessantíssima. Quando a gente ler o seu livro professor, não tem como não pensar em tantas vidas perdidas para esse vírus. O seu livro faz a gente pensar! Ele passa uma mensagem muito clara, pelo menos para mim, que não devemos deixar o medo, o pânico, tomar conta da nossa vida, pelo contrário, devemos lutar por nossos sonhos, daí que brota a esperança de viver novamente. Parabéns pelo livro!”.

“O livro Filhos da Quarentena A esperança de viver novamente, do professor e filósofo Luís Lemos, escancara à realidade brasileira quanto aos cuidados dos mais necessitados no período da pandemia. Sem rodeios, sendo direto, percebe-se que nos seus contos, embora aparentemente simples e infantis, mas não, os personagens, todos eles, tratam de esclarecer as coisas, de colocar a culpa em quem realmente tem culpa; enfim, Filhos da Quarentena é um livro para se ler mais de uma vez; pode-se tirar dele muitas lições”. Essa mensagem quem me enviou foi o João Pedro, de Maringá, no Paraná.  

A terceira mensagem quem me enviou foi o Fábio Dantas, do Rio de Janeiro. “Filhos da Quarentena é um livro que nos conecta com a realidade. Essa foi a percepção que eu tive do livro. É impossível viver sem ter esperança em dias melhores. E é isso que eu desejo para toda a população brasileira, para todos os Filhos da Quarentena, especialmente para você meu queridíssimo amigo e botafoguense, Luís Lemos”.

De Manaus, o pedagogo Roberto Brasil, me escreveu dizendo: “Lemos, bom dia. Chuvas de Bençãos e Graças sobre nós!!! Interessante os contos! Muito aprendizado com a vivência alheia!”. Também de Manaus, me escreveu José Mário, dizendo: “Professor Lemos, que gostoso de ler o seu livro, suas historinhas. Já li umas dezenas delas. Fiquei apaixonado pela história do padre que distribuía sopa nas ruas de Manaus em pleno lockdown. Ah! Ainda não terminei de ler todo o seu livro porque a minha filha adolescente pegou para ler, e os filhos têm sempre prioridade! Quando eu terminar de ler vou poder escrever mais coisas para o senhor”.

“Os contos do livro Filhos da Quarentena A esperança de viver novamente, do professor e filósofo Luís Lemos, é de uma leitura leve, que nos faz refletir comportamentos, julgamentos e princípios tipicamente humanos. E para mim, o que os contos em si me trazem, é que precisamos cultivar valores humanos, sagrados, afetivos e éticos para que os filhos da quarentena possam viver é não apenas sobreviver”. Esta mensagem eu recebi de uma leitora especial, de Ananindeua do Pará, Maria de Lourdes, minha primeira professora, quem me ensinou as primeiras letras, minha irmã querida, te amo!

Por fim, uma ode aos leitores! Ah, os leitores! Vocês são sublimes, soberanos e ajudam-me na caminhada de escritor. Muito obrigado pelas análises, pelos comentários, pelas críticas, pelo apoio. Sem vocês eu não seria o que sou hoje: um aprendiz de escritor, que sonha um dia ver a sua obra sendo lida e discutida por esse país a fora, quiçá, pelo mundo!

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