Dias Estes (Conclusão)

Bosco Jackmonth*

Traçando passagens do que se assentou no texto imediatamente anterior a este sob idêntico título e por certo da lavra do mesmo articulista que ora assina, sempre publicado nesta estação de escritos semanais, sobremodo singra-se em busca de fatos substanciais que em geral despontam ornados com verdades que brotam a final dando-lhes um senso de catalizador e conferindo-lhes então melhor consistência por conta de correta variante, parece-nos, quer dizer, deixam de lado o mero caráter reputado como subjetivo ou mesmo adjetivo, e tornam-se substantivos, se é que fazemo-nos entender. Tomara! 

Demais disso, bem cabe assentar, em não outra variante, que tais apanhados gerais caminham em passos largos na procura de distanciar-se, num bom alvitre, de algum devaneio dos veras com natureza prosaica, quem sabe, assegurando-se então que tais afirmações aproximam-se do que se pode no particular colher do cotidiano político nacional, ainda que não se queira tomar notícias de tal. Quer ver? 

É que os fatos dessa ordem sempre costumam tomar uma indizível materialidade e à força bem se mostram à nossa frente. Falemos dos momentos eleitorais que então transcorrem numas racionalizações outras que este articulista procurou aplicar neste espaço up -to-date, voltado pelo que lhe parecia em direção aos cansativos debates de candidatos de qualquer gênero, afinal esgotados, subsistindo, no entanto, como é de ver, o segmento político posterior àqueloutro, sempre inesgotável, muito porque engenhosos arranjos para sustentar como porta-bandeira sabe-se lá do que, sempre à frente a estampa do pitoresco Molusco (Lula, designação de um caracol das profundezas marinhas).                 

Por certo alguns denodados traquinas dos seus dominam qual estandarte vicejando a festejada notoriedade única do partido, muitos, como é de sabença! Aliás, não terá sido por outra a incansável, prosaica e cumpre ressaltar dinâmica luta dos partidários que calhou de não ser armada dado, quem sabe, boa parte da pretensão exigir correto manejo de armas convencionais e disponíveis em poder de quem de direito como canhões, metralhadoras, rifles, baionetas, revólveres, sabres e outras, no lugar de martelos, serrotes, chaves de fenda , bigornas e outras tais, tudo requerendo patriotismo coisa e tal, be-a-bá, noves fora…

Logo, apesar dos entraves a aqueles e outros, cabe anotar a denodada luta do gênero, limitada aos discursos ainda que loquazes, mas cumprindo ressaltar a ausência de escoimar a grave mácula pérfida que obriga a nação a conviver com o desmando provindo do excesso de população simplória. Sim, referimo-nos às pessoas rasteiras que buscam gerar filhos objetivando torná-los futuros eleitores do partido, ou mesmo durante um certo período conduzi-los no colo mendigando nas esquinas das ruas. É fato, não!

De certa feita, entrevistador ouviu resposta do ex-presidente Fernando Henrique que candidatar-se a um novo mandato, “Deus me Livre!”, ou seja, usou de um substantivo, um pronome e um adjetivo para sustentar que nada fez contra o excesso de população, já que a leva de anticoncepcionais distribuídos gratuitamente, restou jogada em lixeiras por toda a parte. Fazer o que? (Final).                                              

                                —

Advogado (OAB/436). Ex-funcionário do Banco do Brasil, designado pelo Banco Central como Fiscal Cambial. Cursou Direito, Comunicação Social, Oratória e outros. Lecionou História Geral. Contato: [email protected]. (92)99982-8544.

Compartilhe:​

Qual sua opinião? Deixe seu comentário