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37ª Lei das 48 Leis do poder

Carlos Silva

Ao longo da vida, pelo menos da minha vida, nos deparamos com inúmeros ditos populares que são fruto da experiência cotidiana. E, dentre eles, destaco, aqui, em relação ao tema deste artigo, alguns: ”E melhor cheirar a rico que feder a pobre”; “ O hábito não faz o monge”; “As aparências enganam”; “O mundo julga pelas aparências”; “Come mortadela e arrota caviar”; “ Não se julga um livro pela capa” etc.  Enfim ! Existem várias formas de confirmar que, realmente, uma boa aparência abre muitas portas. E, quando eu digo aparência, não estou focando na beleza carnal e, sim, no traje e nas boas maneiras, apesar que identificar alguém bonito ou feio é individual. Já viram as grandes estrelas das mídias, sem maquiagem alguma? Pois é. Em determinadas profissões e em alguns momentos da vida, o conjunto harmônico do corpo humano pesa, e muito, na balança do sucesso e do fracasso. E, também, isso tudo tem a ver com aquilo que você quer conquistar em seus ouvintes. Sim, pois há que se lembrar que quando a avestruz põe um ovo quilométrico, o faz em total silêncio. E as frangas quando o fazem, dão um escândalo absurdo.  E isso é base da propaganda e marketing, também. Baseado nisso tudo, que ocorre na sociedade humana, bem antes dos primitivos ancestrais nossos, o livro As 48 Leis do Poder trazem, como 37ª Lei, o seguinte: “Crie espetáculos atraentes. Imagens surpreendentes e grandes gestos simbólicos criam uma aura de poder e todos reagem a eles. Encene espetáculos para os que o cercam, repletos de elementos visuais interessantes e símbolos radiantes que realcem a sua presença. Deslumbrados com as aparências, ninguém notará o que você realmente está fazendo.” Os programas de TV demonstram isso, na plenitude. E os noticiários também. Nem vou falar das propagandas ou reclames ou comerciais. E, imagens, bem distribuídas, se encaixam na alma popular de forma eterna mesmo: a Suástica, a Foice e o Martelo, a Cruz etc, são exemplos disso. E sempre será assim. No livro, nos deliciamos com exemplos históricos de embustes bem trabalhados e que acarretaram situações que, por vezes, iniciaram e terminaram guerras. O caso do Dr. Weisleder, por exemplo, e consta no livro, podia ser leigo em medicina, mas conhecia, e bem, a natureza humana. Ele reconhecia que as pessoas não querem ouvir palavras, e sim uma imagem que atenda às suas emoções. Na verdade, nós gostamos de ser enganados, mesmo sem consciência disso. E, “uma imagem vale mais que mil palavras”. Esse ditado é batata. Leia o livro, pois é interessante mesmo. E, por fim, lembre-se: “É impossível obter o poder quando se ignoram as imagens e os símbolos.” E tome muto cuidado com as suas palavras. Elas se apagam, mas sempre ficam. Entendeu? E a vida segue. Com cervejas. Geladas !

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