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Estamos diante de um quadro de perseguição por parte de "bandidos", o que nunca se vira antes

Por Alfredo Andrade

14 Fev 2020, 11h46

Crédito: Divulgação

É com tristeza que ao nos inteirarmos de estudo da revista THE ECONOMIST, o qual  classificara o Brasil “entre as democracias falhas”, como resultado de problemas de governança e com cultura política subdesenvolvida; somos compelidos a reconhecer que este é  o atual “status quo” vigente. Não temos um convívio salutar e civilizado porque os derrotados nas urnas não aceitam a derrota eleitoral... e, assim estão criando um parlamentarismo branco, onde afrontam o governo federal; ora derrubando o veto presidencial, ora aprovando medidas de interesse próprio, mas sempre esquecendo o povo, ou seja, o eleitor.

A questão  que se impõe é saber se somos uma democracia falha ou não temos uma política por inexistir o convívio salutar entre os grupos antagônicos. Maia e Alcolumbre são os articulistas dessa falta ao comandarem a desagregação, eis que comprometidos em nada aprovar, visando impedir Bolsonaro de governar. Ambos revelam seu antipatriotismo, seu espírito de revolta e a consequente falta de caráter, dignidade e respeito ao resultado das urnas; fazendo crescer o número  de adeptos a Bolsonaro. Ademais, ignorar os princípios constitucionais que protegem a liberdade, a igualdade e o devido processo legal, alusivo à tramitação obrigatória das matérias submetidas ao Congresso, não passa de ato não republicano contrário aos interesses do povo, prática essa própria dos sórdidos.

Estamos diante de um quadro de perseguição por parte de “bandidos”, o que nunca se vira antes. Fruto de uma “esquerda desonesta” e  com apoio de parte da mídia bandida, tentam inviabilizar o governo, com a proteção de alguns ministros do STF de comportamento pouco recomendável. Estes desejam impedir o governo de gerir  e outros querem destruí-lo. E, ainda, falam em democracia... 

Se continuarmos vivendo em um País não desenvolvido é porque temos problemas herdados de um desgoverno comandado por ladrões dos cofres públicos, onde os “amigos de rei”, leia-se LULA, o condenado, se enriqueceram; além de nunca terem se preocupado com nossa infraestrutura, taxa de industrialização, emprego e renda per capita; aspectos relevantes para a ONU e o FMI. Contudo, o Banco Mundial, mais liberal, leva em conta a renda per capita anual e considera nossa renda “média-alta”, o que não influi, uma vez que na verdade o Brasil não é uma Nação desenvolvida. Tanto isto é verdade que Bolsonaro se preocupa com a infraestrutura e com a produção industrial, de grãos, carnes etc.; não só visando a geração de empregos, mas a necessidade de conquistarmos os investimentos necessários. Já temos bons indicadores e mesmo lutando contra os inimigos da Pátria estamos diminuindo o desemprego e a miséria. O mal pelo mal se destruirá.

*Alfredo Andrade é escritor e advogado

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