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Motoristas de aplicativo fazem protesto contra aumento da gasolina

De um dia para o outro, o valor da gasolina comum passou de R$ 3,39 para R$ 4,39 entre os dias 16 e 17 de janeiro o que causou revolta em quem depende do insumo para trabalhar

Por Redação

21 Jan 2019, 18h32

Crédito: Antonio Parente

Motoristas de aplicativo de transporte de passageiros realizaram nesta segunda-feira uma manifestação na avenida Djalma Batista, nas proximidades do Posto 700, para protestar contra o recente reajuste no preço da gasolina. De um dia para o outro, o valor da gasolina comum passou de R$ 3,39 para R$ 4,39 entre os dias 16 e 17 de janeiro. O reajuste coloca em risco a atividade de transporte uma vez que pesa nos custos do motorista de aplicativo e chega até mesmo a inviabilizar esse tipo de empreendimento. 

Mais cedo um frente de defesa do consumidor, tendo a frente o Procon/AM, decidiu se articular para traçar medidas de combate ao abuso na formulação do preço para revenda do combustível, além de buscar formas mais rápidas de punição ao crime contra o Código do Consumidor. Entre os dias 16 e 17 de janeiro, o valor foi aumentado em pelo menos R$ 1. O Código de Defesa do Consumidor veda o aumento de preços sem justificativa, considerando prática abusiva na relação de consumo. 

A intenção da força-tarefa é aguardar recomendação do Ministério Público do Estado para notificar os postos de Manaus. No ano passado o Procon esteve à frente de uma operação para possibilitar a redução do valor da gasolina que ocorre nas refinarias para o consumidor nas bombas. Alguns postos foram notificados e no mês de dezembro foi registrado redução no preço dos combustíveis. 

Motorista Alexsandro Lins estava revoltado com o reajuste

 O motorista de aplicativo Alexsandro Lins de Oliveira era um dos presentes à manifestação. "É um absurdo o que estão fazendo com a gente,você dorme com a gasolina num valor quando acorda no dia seguinte o dinheiro suado que você ganhou vai pelo ralo. A Petrobras nem anunciou nada e alguns postos já estão aumentando o combustivel livremente, isso prejudica nossa atividade", criticou. 

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