Manaus, 19 de Setembro de 2018
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Grupo é instrumento de representatividade social

Por: Rianna Carvalho r.loureiro@jcam.com.br
10 Mai 2018, 19h33

Crédito:Evaldo Ferreira
Preocupados com a crise de representatividade social em Manaus, lideranças religiosas, empresariais e comunitárias decidiram criar o "Comitê Cidadão" para atuar como um meio de diálogo entre a sociedade e lideranças governamentais. A entidade criada em 2015 tem como um de seus líderes, o empresário e pastor Stanley Braga.

Braga disse que a organização se propõe a ser um espaço de diálogo e de união em prol de causas relevantes e da fiscalização dos atos do poder público. "Trata-se de uma instituição apartidária formada por representantes legitimados pela sociedade, com respaldo ético e moral para debater temas de interesse da coletividade amazonense", relatou.

Braga informou ainda que o comitê tem parceria com os principais órgãos da sociedade amazonense, Fieam (Federação das Indústrias do Estado do Amazonas), Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), Cieam (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio as Micros e Pequenas Empresas), ACA (Associação Comercial do Amazonas) e OAB-AM (Ordem dos Advogados do Brasil).

"O comitê não quer substituir competências, mas influenciar positivamente a boa caminhada", enfatizou o empresário. Ele disse ainda que como porta voz do comitê, foi criado o programa de rádio Interligados. "Servimos como um meio de diálogo entre o povo e os governantes e o programa ajuda a estreitar esse laço por meio do tripé do programa que é Empreendedorismo, Família e Educação", concluiu.

Segundo o representante do Comitê, a entidade já coleciona alguns êxitos. "Conseguimos mobilizar mais de 3 mil assinaturas para a campanha '10 medidas contra a corrupção'. Conseguimos junto à Prefeitura de Manaus, asfaltar algumas ruas do Distrito Industrial que estavam em situações precárias e agora estamos promovendo atividades com foco no Plano de Mobilidade Urbana da capital", relatou.
A nova entidade irá debater assuntos do cotidiano que se referem aos serviços públicos prestados à comunidade. Serão temas como educação, saúde, segurança, transporte público, tributação, meio ambiente, e outros que surgirem no meio das reuniões entre os próprios membros e outras com representantes da sociedade civil organizada.

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