Manaus, 20 de Setembro de 2018
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AM tem novo membro na comissão desestatização da Eletrobras

Por: Da Redação com informações da assessoria
27 Mar 2018, 17h50

Crédito:Divulgação/Assessoria
Na Câmara Federal, a comissão especial criada para analisar o Projeto de Lei (PL 9.463/18), do Poder Executivo, que regulamenta a desestatização das Centras Elétricas Brasileiras S.A (Eletrobras), recebeu, nesta semana, reforço da bancada do Amazonas. O deputado federal professor Gedeão Amorim (MDB), agora, é membro da comissão.

Gedeão Amorim apresentou uma emenda ao PL, que prevê a exclusão do Amazonas na privatização da estatal. A iniciativa tem o objetivo de reforçar a luta pela manutenção da estatal no Estado, garantindo a preservação dos postos de trabalho e a continuidade dos serviços.

O parlamentar afirma que participar da comissão é uma forma de proteger o estado do Amazonas e declara necessário firmar primeiro um diálogo com a população antes de tomar qualquer decisão.

Enquanto representante do povo amazonense é meu dever participar desta luta. Em ano de pleito, é difícil saber o que virá e acredito que precisamos primeiro ultrapassar esta crise que o país enfrenta e aumentarmos o diálogo com o povo do Amazonas afim de ter um planejamento mais consolidado junto com a população", ressalta.

O parlamentar é o terceiro da bancada do Amazonas a integrar a comissão especial.

Trabalhadores

Gedeão já havia enviado um requerimento pedindo esclarecimentos sobre os desligamentos que irão afetar centenas de famílias, na capital e interior do Estado, caso a privatização aconteça.

No requerimento, o parlamentar cobra o teor do comunicado que foi enviado aos servidores envolvidos, assim como o contrato assinado pelo funcionário e empresa no momento da admissão. O deputado federal acredita que é preciso tratar com muito cuidado a situação desses trabalhadores, já que o Estado já enfrenta um alto índice de desemprego.

"São mais de 700 funcionários que não podem, de uma hora para a outra, ficar sem o sustento da família. Queremos que eles tenham direito as suas indenizações e que não vão simplesmente para o olho da rua", reitera o deputado federal.

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